- Por volta das 10h45 desta quinta-feira (12), Pelotas, no Rio Grande do Sul, foi atingida por linha de tempestades que provocou rajadas de até 75 km/h.
- Houve queda de postes, galhos de árvores e danos estruturais localizados, especialmente no bairro Fragata.
- Imagens de moradores mostram um tornado de curta duração que atingiu uma oficina mecânica na região.
- O fenômeno ocorreu durante a passagem de um sistema convectivo intenso monitorado por radares meteorológicos.
- O meteorologista Bruno Zanetti explicou que tornados associados a linhas de instabilidade não são incomuns no Sul do Brasil e destacou a importância do monitoramento por radar e de alertas antecipados.
Na manhã desta quinta-feira, 12, uma linha de tempestades atingiu Pelotas, no Rio Grande do Sul, provocando vento de até 75 km/h e danos localizados. Postes tombados, quedas de galhos e estruturas danificadas ocorreram principalmente no bairro Fragata.
Imagens de moradores mostram a formação de um tornado de curta duração durante o evento. O fenômeno ocorreu junto ao sistema convectivo intenso monitorado por radares meteorológicos. A meteorologia regional acompanha a evolução da instabilidade na região.
Radar e análise técnica
Dados de radar da Climatempo, com apoio de informações da INMET na UFPEL, indicaram circulação tornádica associada à linha de instabilidade. Especialistas alertam que tornadoes assim costumam ter curta duração, porém alto potencial de dano localizado.
Segundo o especialista em eventos extremos, tornados ligados a linhas de instabilidade são comuns na região Sul. Ele destaca que ventos médios podem não parecer elevados, mas a circulação pode gerar rajadas muito fortes em áreas específicas.
A importância do monitoramento por radar e de alertas antecipados é enfatizada para reduzir riscos. A combinação entre vigilância contínua e comunicação eficaz é apontada como crucial para mitigar impactos de eventos de rápida evolução.
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