Em Alta Copa do Mundo NotíciasAcontecimentos internacionaisPessoasPolíticaConflitos

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Navegadores de IA ganham espaço no mercado e nas aplicações

Navegadores com IA agêntica prometem navegação autônoma, mas trazem falhas de segurança, custos elevados e desempenho inconsistentes

Caroline Aranha/Montagem sobre reprodução
0:00
Carregando...
0:00
  • Navegadores com IA agêntica podem assumir o controle do computador para fazer compras, agendar serviços e realizar tarefas online a pedido do usuário.
  • Existem riscos de segurança: houve casos de injeção de prompt que podem vazar dados ou comprometer o computador; as primeiras falhas no Comet levaram a atualizações de proteção.
  • Vários testes mostraram limitações: alto consumo de CPU e memória, erros em planilhas, resultados inconsistentes e dificuldade para gerar respostas completas em tarefas de navegação autônoma.
  • Edge com Copilot Vision e Copilot Actions mostrou avanços, incluindo navegação assistida por IA e comandos de voz; Atlas (ChatGPT) promete navegação autônoma no Mac com assinatura paga, mas ainda tem falhas e custos.
  • Em resumo, navegadores de IA ainda são caros e não confiáveis para uso diário; o desenvolvimento pode evoluir, mas o cenário atual não entrega a promessa completa.

Em 2026, navegadores de IA agêntica chegam ao mercado com promessas de realizar tarefas online sem a interação humana. A ideia é que o usuário peça, e o navegador assuma o controle do mouse e do teclado para fazer compras, agendar compromissos e resolver questões administrativas.

Dois exemplos aparecem em testes: o Comet, primeiro navegador com IA agêntica, e o Edge com IA de origem da Microsoft. O Comet promete operar sites e executar comandos, mas apresenta falhas de confiabilidade e consumo elevado de recursos. Já o Edge usa o GPT-5 e mostra maior sofisticação, incluindo spoilers de navegação autônoma em alguns cenários.

O que aconteceu

Pesquisadores e usuários testaram diferentes navegadores com IA agêntica ao longo de 2026, avaliando desde consumo de CPU e memória até a capacidade de realizar tarefas reais. Em ambientes de teste, o Comet chegou a usar quase 100% da CPU e ocupar 754 MB de RAM mesmo sem abas abertas, segundo relatos de usuários.

Quem está envolvido

Desenvolvedores e empresas como Brave, Perplexity, Microsoft e OpenAI estão na linha de frente, cada uma com abordagens distintas. A Perplexity reconheceu vulnerabilidades de injeção de prompt no Comet e anunciou medidas de segurança. A SquareX também identificou brechas graves que comprometeriam o computador, ainda que corrigidas.

Quando e onde

Os lançamentos e as avaliações ocorreram entre 2025 e 2026, com testes realizados por usuários em diferentes plataformas e sistemas operacionais. O panorama é mundial, com foco inicial nos Estados Unidos e Brasil para alguns recursos, como modos de navegação autônoma.

Por que isso importa

Especialistas apontam riscos de privacidade e segurança, incluindo a possibilidade de vazamento de dados ao interagir com páginas públicas. Além disso, a automação pode favorecer uma economia da atenção orientada por agentes robóticos, em detrimento da experiência humana na navegação.

Desempenho técnico e limitações

Entre as capacidades, o Comet oferece assistentes contextuais que variam conforme o site, resumem conteúdos e ajudam em planilhas. Contudo, erros comuns de IA aparecem, como cálculos imprecisos e pedidos de permissões para tomar controle do mouse, gerando resultados inconsistentes.

O Edge apresenta maior inteligência, com recursos de IA integrados e modos de navegação autônoma. Mesmo assim, desafios permanecem, como a geração de resultados incompletos ou falhas na execução de tarefas complexas.

Conclusões provisórias

O panorama ainda é experimental. Navegadores de IA agêntica são caros e, no momento, não entregam navegação confiável para uso cotidiano. Observadores sugerem que evoluções futuras, com conectores e melhorias de segurança, podem alterar esse cenário. Fontes: estudos sobre navegação agentic, falhas de prompt injection e atualizações de segurança.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais