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Museu do Estado de Nova York inicia modernização de US$150 milhões

Projeto de modernização de $150m no New York State Museum avança com nova era, mais exposições e força-tarefa para orientar o futuro institucional

New York State Museum, Albany
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  • O Museu do Estado de Nova York, em Albany, inicia a primeira fase de modernização com US$ 150 milhões em financiamento estadual e forma uma task force para definir a visão da instituição.
  • O plano é ampliar para, no mínimo, quatro grandes exposições por ano, aumentando a frequência e a interatividade para os mais de 500 mil visitantes anuais.
  • A primeira exposição nova, Barbie: A Cultural Icon, abriu em dezembro e permanece em cartaz até abril, com mais de 300 artefatos da história da marca.
  • Revolucionary New York, com foco no 250º aniversário dos Estados Unidos e uma canhoneira descoberta no WTC, chega ainda neste ano; outras exposições previstas para o outono são História da Vice em Nova York e a que celebra os 25 anos do 11 de setembro.
  • Na primeira fase, também serão reabertos espaço dedicado a crianças, café e loja, ampliando a infraestrutura do museu.

O Museu do Estado de Nova York (NYSM), em Albany, iniciou a primeira fase de um programa de modernização multianual, com orçamento de 150 milhões de dólares em recursos estaduais. A iniciativa prevê novas exposições, formação de uma força-tarefa de visão estratégica e melhorias na infraestrutura.

O anúncio foi feito em janeiro pela governadora Kathy Hochul e pela comissária de educação, Betty A. Rosa. A proposta visa preservar a história e estimular a aprendizagem de gerações futuras, segundo as autoridades.

Uma força-tarefa formada por parceiros estatais, profissionais de museus, educadores e líderes empresariais está sendo constituída para definir a visão da instituição e seus sistemas. O objetivo inicial é delinear a experiência do visitante.

Jennifer Saunders, nova diretora do NYSM, informou ao The Art Newspaper que a força-tarefa irá imaginar a experiência do visitante, as histórias centrais e a forma de interação com o público.

Planos já em curso preveem ampliar de duas para pelo menos quatro exposições principais por ano, além de tornar a visitação mais interativa para mais de 500 mil visitantes anuais. Saunders afirma que o momento exige atualização cultural.

A primeira exposição da fase é Barbie: A Icone Cultural, aberta desde dezembro e com exibição até abril, reunindo mais de 300 artefatos e entrevistas com designers da Barbie.

Ainda neste ano, estreia Revolutionary New York, com foco no 250º aniversário dos EUA e na descoberta de uma escuna no WTC como peça central. O percurso percorre movimentos históricos até o presente.

Outras exposições estão previstas para o outono, incluindo The History of Vice in New York e uma mostra em homenagem ao 25º aniversário dos ataques de 11 de setembro de 2001.

Além das exposições, a primeira fase prevê um espaço infantil dedicado, novo café e loja de presentes. Saunders destaca que a demanda dos visitantes por áreas voltadas a crianças foi identificada em pesquisas.

O NYSM é o mais antigo e o maior museu estadual dos Estados Unidos, com acervo variado em ciência, história, arqueologia e antropologia. A instituição acumula mais de 20 milhões de artefatos, que abrangem desde há mil milhões de anos até os dias atuais.

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