- O Instituto Butantan antecipou para o primeiro semestre de 2026 a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina contra dengue Butantan‑DV ao SUS, totalizando 2,6 milhões no período.
- A vacina é tetraviral, aplicação em dose única e 100% nacional; foi aprovada pela Anvisa para pessoas de 12 a 59 anos, com 74,7% de eficácia geral, 91,6% contra dengue grave com sinais de alarme e 100% contra hospitalizações.
- Na segunda semana de fevereiro, equipes do SUS iniciaram a vacinação de profissionais de saúde da Atenção Primária, com previsão de proteger 1,2 milhão de trabalhadores.
- O governo de São Paulo anunciou a transferência de um terreno no Jaguaré, zona oeste da capital, para um novo polo de inovação e desenvolvimento de imunobiológicos do Butantan, além de investimento de R$ 1,38 bilhão em novas fábricas.
- O secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, disse que a iniciativa visa colocar São Paulo como referência em ciência, biotecnologia, desenvolvimento e inovação em saúde.
O Instituto Butantan informou nesta terça-feira (24) que antecipará para o primeiro semestre de 2026 a entrega de 1,3 milhão de doses da vacina contra dengue Butantan-DV ao SUS. O lote, queBefore seria entregue no segundo semestre deste ano, aumenta para 2,6 milhões o total de doses previstas no 1º semestre.
A Butantan-DV, produzida no parque fabril do instituto em São Paulo, é uma vacina tetraviral de dose única e 100% nacional. A Anvisa aprovou seu uso na população de 12 a 59 anos, com 74,7% de eficácia geral, 91,6% contra dengue grave com sinais de alarme e 100% contra hospitalizações por dengue.
Na segunda semana de fevereiro, o Ministério da Saúde iniciou a vacinação de profissionais de saúde da Atenção Primária, com objetivo de proteger 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do SUS.
Novo polo de imunobiológicos e investimentos
O governo de São Paulo anunciou a desapropriação de um terreno no Jaguaré, zona oeste da capital, para um novo polo de inovação do Butantan. A iniciativa prevê investimentos de R$ 1,38 bilhão em novas fábricas de vacinas e imunobiológicos.
O secretário estadual da Saúde, Eleuses Paiva, afirmou que a área permitirá ampliar o parque fabril e tornar São Paulo um polo de ciência, biotecnologia e desenvolvimento em saúde no país.
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