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Confiância na engenharia para navegar a incerteza

Alunos da MIT desenvolvem arquitetura de software para veículos autônomos, testando em percurso com obstáculos, visando exploração extraterrestre sem intervenção humana

In class 16.85 Autonomy Capstone (Design and Testing of Autonomous Vehicles), MIT students design, implement, deploy, and test a full software architecture for flying autonomous systems.
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  • Em 16.85 Autonomy Capstone, estudantes de AeroAstro criam a arquitetura de software para veículos aéreos autônomos.
  • O objetivo é permitir navegação, mapeamento e pouso em terrenos desconhecidos, usando sensores a bordo, em cenários de exploração extraterrestre.
  • O projeto envolve duas equipes de sete integrantes, simulando missões reais que exigem coordenação e comunicação entre áreas diferentes.
  • O curso foi desenvolvido por Nicholas Roy e Jonathan How, expandindo os fundamentos da disciplina anterior para voos, não apenas veículos terrestres.
  • Ao final, as mensagens indicam que os resultados atenderam ao objetivo, com hardware disponível funcionando, mas sem garantia de sucesso total.

In the 16.85 Autonomy Capstone, alunos da MIT AeroAstro desenvolvem software para veículos aéreos autônomos enfrentarem ambientes desconhecidos. O projeto envolve projetar, implantar e testar uma arquitetura completa de navegação para sistemas de voo autônomo.

O curso, criado por Nicholas Roy e Jonathan How, amplia o aprendizado de robótica aplicado a veículos terrestres para a aviation. As equipes trabalham com um drone quadrotor e um canvas de software do zero, simulando missões de exploração.

Os estudantes atuam em equipes grandes, com funções diversas, simulando missões reais que exigem coordenação entre áreas. Os projetos enfatizam percepção, planejamento e controle tolerante a falhas.

Missão e abordagem

A tarefa proposta é explorar a superfície de um corpo extraterrestre, usando sensores a bordo para mapear o terreno, identificar objetos e aterrissar em terrenos irregulares.

A dinâmica envolve problemas de coordenação em equipes de sete pessoas, descritas como um “swarm” heterogêneo com diferentes habilidades. A comunicação é vista como essencial para o sucesso.

Desdobramentos e perspectivas

Segundo os docentes, o objetivo é que os veículos consigam diferenciar riscos no ambiente e ainda assim superar os desafios. O curso aplica princípios de navegação autônoma a um contexto de voo.

Alunos destacam o interesse crescente em aplicações de robótica fora do espaço, incluindo exploração terrestre em áreas de risco. O projeto serve como ponte entre teoria e missão prática.

Resultados e avaliação

Ao longo de semanas de aprendizado, construção, testes e voos, os resultados mostraram o cumprimento das metas. O sucesso foi medido pela conclusão da missão proposta com hardware adequado e alto esforço dos alunos.

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