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Inundações e tempestades impactam a vida selvagem

Inundações extremas destroem ninhos e habitats, ameaçando pequenas espécies e reduzindo a presença de borboletas e outros animais na primavera

Recent flood events are not only having an immediate effect on wildlife, but also future reproduction
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  • Inverno de chuvas intensas no Sudoeste do Reino Unido causou inundações generalizadas, destruindo ninhos e forçando animais pequenos a buscar abrigo fora de casa, com impactos ainda desconhecidos para primavera.
  • Aves marinhas, incluindo papagaios-do-mar, apresentaram variações em varreduras de aves e milhares de indivíduos sendo arrastados pelas praias; relatos de tartarugas marginais também ocorreram, associados às tempestades.
  • Mamíferos de pequeno porte, como hedgehogs e voles, perderam abrigo devido ao alagamento de habitats, com risco de afogamento e dificuldade de alimentação devido água de enchentes e solo saturado.
  • Especialistas alertam que o número de borboletas e outros insetos pode cair na primavera, pois ovos e larvas de inverno foram levados pelas águas. Vários voluntários destacam que o acesso a áreas altas e vegetação densa é essencial para a sobrevivência de fauna terrestre.
  • Autoridades e organizações ambientais defendem a criação de defesas naturais contra cheias e rotas de escape para a fauna, além de incentivar ações públicas simples para ajudar, como ligar jardins, fornecer água fresca e reportar animais afastados ou resgatados.

O inverno extremo com enchentes intensas atingiu o Sudoeste da Inglaterra, arrasando ninhos, afogando pequenos mamíferos e prometendo queda de borboletas na primavera. Organizações ambientais apontam que os impactos na fauna ainda estão se revelando.

Relentessos temporais trouxeram uma das maiores inundações dos últimos anos na região, com registros de alagamentos próximo à costa do Sudoeste, Ilhas do Canal e parte da França. O temor é de danos persistentes à vida selvagem local.

A conta inicial mostra aves marinhas severamente afetadas, incluindo milhares de pinguins-de-nariz-azulado que chegaram à costa. Observadores indicam que muitos encalhes foram provocados pelas tempestades e pela maré alta, dificultando o manejo de aves.

Ameaças para aves marinhas

Tartarugas e outros animais também apareceram em situações de encalhe, com relatos descritos por pesquisadores. A avaliação aponta que a maior parte dos casos está relacionada aos temporais e às condições de maré.

Se for observado excesso de água, ninhos de aves costeiras são destruídos rapidamente, reduzindo a qualidade do ambiente para desovas futuras e para a sobrevivência de filhotes durante a primavera.

Impacto para mamíferos terrestres

No interior, tocas de ouriços, veados-do-campo e roedores foram destruídas pela água e pelo solo saturado. Animais de deslocamento lento ficam mais expostos a inundações e ao risco de afogamento.

Centros de resgate relatam aumento de relatos de ouriços retirados de ninhos, com desidratação e dificuldade para encontrar alimento durante o inverno chuvoso. Desenvolvimentos urbanos agravam o cenário.

A British Wildlife Trust e parceiros destacam que a proteção de áreas de refúgio e a gestão de planícies aluviais são fundamentais para a recuperação de espécies vulneráveis. A IUCN aponta queda acelerada de espécies locais.

O que fazer para ajudar

Especialistas sugerem manter jardins conectados, com rotas de fuga para pequenos mamíferos, disponibilizar água fresca, não usar pesticidas em solos saturados e reportar animais encalhados a serviços de resgate locais.

Boas práticas incluem manter pilhas de folhas, áreas de abrigo para insetos e evitar alterações rápidas no ambiente natural. Ações simples podem ampliar a resiliência de espécies durante futuros eventos de chuva intensa.

Observatórios meteorológicos indicam que a região pode enfrentar mais chuvas frequentes, com aumento de eventos extremos. Pesquisadores ressaltam a importância de defender áreas naturais, corredores ecológicos e defesas naturais.

Profissionais ressaltam que a adaptação depende de políticas que integrem infraestrutura com ecossistemas naturais, reduzindo impactos na biodiversidade e promovendo espaços de fuga para animais.

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