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Brasil registra 1.867 focos de incêndio em fevereiro, alta anual de 2,6%

Brasil registra 1.867 focos de incêndio em fevereiro de 2026, alta de 2,6% ante fevereiro de 2025, com Roraima liderando o ranking de estados

Todos os biomas brasileiros registraram focos de incêndio em fevereiro
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  • Fevereiro de 2026 registrou 1.867 focos de incêndio no Brasil, alta de 2,6% frente ao mesmo mês de 2025.
  • Roraima teve o maior número, com 493 ocorrências; Bahia (247), Pará (206) e Mato Grosso (127) aparecem em seguida.
  • Amapá teve 4, Acre 2, Rio de Janeiro 1; o Distrito Federal não registrou incêndios em fevereiro.
  • No acumulado de 2026, são 6.438 focos, alta de 29,9% comparado aos dois primeiros meses de 2025.
  • Em 2025 houve redução de cerca de 50% em relação a 2024; especialistas destacam que quedas ocorrem após anos de incêndios intensos e ressaltam ações da Política Nacional do Manejo Integrado do Fogo, implementada em 2024.

O Brasil teve 1.867 focos de incêndio em fevereiro de 2026, alta de 2,6% em relação ao mesmo mês de 2025. Os dados são do sistema BDQueimadas, do Inpe, e abrangem todos os biomas do país. O aumento ocorreu mesmo com ações de prevenção em curso.

Roraima foi o estado com mais ocorrências, 493. Em seguida vieram Bahia (247), Pará (206) e Mato Grosso (127). Amapá registrou 4, Acre 2 e Rio de Janeiro 1; o Distrito Federal não teve ocorrências em fevereiro.

No acumulado de 2026, o país soma 6.438 focos de incêndio, alta de 29,9% frente aos dois primeiros meses de 2025 (4.956). Em 2025 houve redução expressiva de quase 50% frente a 2024, segundo Ane Alencar, do Ipam. O mapa de fogo mostra redução após picos anteriores.

Panorama por estados

Amazônia e outros biomas concentraram a maior parte das ocorrências em fevereiro, impulsionando o total nacional. A análise aponta que regiões com maior histórico de queimadas mantiveram concentração de fogo no início deste ano.

Contexto temporal

A Política Nacional do Manejo Integrado do Fogo entrou em vigor em julho de 2024, com ações coordenadas entre governo federal, estados e municípios. Analistas ressaltam que décadas de queimadas impactam o futuro de novas temporadas de fogo.

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