- Atlas Mundial da Obesidade, divulgado pela OMS, aponta que 20,7% das crianças e adolescentes no Brasil apresentam sobrepeso ou obesidade em 2026.
- Equivalente a uma em cada cinco crianças e adolescentes brasileiras, segundo o levantamento.
- O aumento é impulsionado por sedentarismo, má alimentação e maior consumo de ultraprocessados, além de menos atividades físicas e mais tempo de tela.
- Especialistas alertam que a obesidade infantil pode trazer riscos como diabetes, hipertensão e problemas cardíacos ao longo da vida.
- O estudo enfatiza a importância de políticas públicas de prevenção, educação alimentar e atividades físicas nas escolas para reverter o quadro.
O Atlas Mundial da Obesidade, divulgado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), aponta que em 2026 aproximadamente 20,7% das crianças e adolescentes brasileiros apresentaram sobrepeso ou obesidade. Em outras palavras, uma em cada cinco jovens está nesse grupo.
A pesquisa indica que o aumento da obesidade infantil tem relação com sedentarismo, má alimentação e maior consumo de ultraprocessados, aliado a mais tempo dedicado a telas. Esses fatores contribuem para o avanço do problema no país.
Especialistas ressaltam que a obesidade infantil pode evoluir para diabetes, hipertensão e problemas cardiovasculares ao longo da vida, reforçando a necessidade de políticas públicas de prevenção e de hábitos saudáveis desde a infância.
O Atlas Mundial da Obesidade é visto como ferramenta para entender a dimensão do tema e orientar ações de combate. Educação alimentar, promoção de atividades físicas nas escolas e conscientização social são apontadas como medidas chave.
A luta contra a obesidade infantil envolve governos, escolas, famílias e toda a sociedade. O investimento em prevenção é visto como caminho para um futuro mais saudável para as próximas gerações.
Referências
- Atlas Mundial da Obesidade 2026
- Organização Mundial da Saúde (OMS)
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