- O ator e influenciador Léo Fuchs, 44 anos, revelou ter enfrentado hepatite A grave que o levou a internação de emergência e quase a exigir transplante de fígado.
- Ele contou ter desenvolvido os sintomas no fim de janeiro, em Miami, incluindo cansaço intenso, febre e amarelamento da pele e dos olhos, chegando a voltar ao Brasil para tratamento.
- Nas redes sociais, explicou que as taxas do fígado chegaram a 700 e depois ultrapassaram 2.800, o que gerou o risco de hepatite fulminante e intervenção médica imediata.
- Depois de quatro dias na Clínica São Vicente, recebeu alta, mas continua com taxas elevadas e acompanhamento médico, não podendo retornar aos Estados Unidos ainda.
- O influenciador alertou sobre a prevenção: a vacina da hepatite A, disponível gratuitamente pelo SUS, poderia ter evitado o episódio, segundo ele; ele permanece otimista e em recuperação.
O ator, produtor, escritor e diretor Léo Fuchs revelou nas redes sociais que enfrentou um quadro grave de hepatite A, que levou à internação de emergência e quase a necessidade de transplante de fígado. O episódio ocorreu após ele apresentar sinais intensos de adoecimento no fim de janeiro, em Miami, EUA, e seguiram com tratamento ao retornar ao Brasil.
Segundo o influenciador, os primeiros sintomas incluíram cansaço extremo e febre, evoluindo para pele e olhos amarelados, fezes claras e urina escura. Mesmo com o quadro grave, ele destacou que a hepatite A pode ter evolução positiva com cuidado médico e reposição de hidratação e alimentação.
Dias depois, durante a gravação de um programa apresentado por Thais Fersoza, houve uma surpresa com exames: as taxas do fígado dispararam de aproximadamente 700 para mais de 2.800. A gravidade levou à decisão de internação imediata na Clínica São Vicente.
No hospital, médicos explicaram que taxas elevadas elevavam o risco de hepatite fulminante, condição rara porém grave que pode comprometer a função hepática e exigir transplante. Fuchs afirmou que a equipe informou o potencial cenário, o que representou um baque emocional.
Apesar do susto, os exames finais indicaram que o fígado manteve função preservada. Fuchs recebeu alta, mas continua sob monitoramento, com taxas hepáticas ainda elevadas e necessidade de acompanhamento médico regular.
Em casa, o influenciador ressaltou que a hepatite A possui cura completa, porém pode haver recidiva denominada second hit. Ele ainda não pode retornar aos Estados Unidos, devido à necessidade de supervisão clínica contínua.
Por fim, ele reforçou um alerta de prevenção: a vacina contra hepatite A, disponível gratuitamente pelo SUS, poderia ter evitado grande parte do transtorno. O caso mantém Léo Fuchs em recuperação, com perspectivas de evolução favorável.
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