- PFAS, os “químicos eternos”, não se decompõem naturalmente e são usados em tecidos, tintas, embalagens de comida e agrotóxicos; ONGs processam o governo dos Estados Unidos por liberar o isocicloseram, composto que contém PFAS e é vendido no Brasil desde 2023.
- A contaminação de baleias do Atlântico Norte caiu 60% entre 2001 e 2023, com base em 271 amostras de fígado e músculo estudadas pela Universidade de Harvard.
- Um filtro desenvolvido pela Universidade Rice, nos Estados Unidos, feito de cobre e alumínio, é capaz de destruir PFAS 100 vezes mais que as tecnologias atuais.
- O novo método transforma os PFAS em um composto de flúor e cálcio não tóxico, que pode ser descartado em aterros sanitários.
- A inovação poderia ser instalada em estações de tratamento de água, oferecendo uma alternativa promissora para a limpeza ambiental.
Os PFAS, conhecidos como “químicos eternos”, geram polêmica pelo uso em agrotóxicos e em embalagens. Processos movem a Justiça contra o governo dos EUA por liberar a comercialização de um inseticida contendo PFAS. No Brasil, esse composto circula desde 2023.
A contaminação de baleias do Atlântico Norte por PFAS vem caindo. Entre 2001 e 2023, o nível no fígado e no músculo diminuiu cerca de 60%. A pesquisa analisou 271 amostras ao longo de duas décadas.
Um novo filtro promete ampliar a remoção de PFAS na água. Descrito por pesquisadores da Universidade Rice, ele usa cobre e alumínio e seria instalado em estações de tratamento.
O filtro apresentado destrói PFAS com eficiência até 100 vezes superior às tecnologias atuais. O processo transforma as substâncias em um composto estável de flúor e cálcio, considerado não tóxico.
A equipe diz que o novo método pode ser aplicado em redes públicas de abastecimento. Caso confirmado, pode reduzir a presença de PFAS na água potável de cidades.
Fontes citadas indicam dois trabalhos: declínio de contaminação em mamíferos marinhos subárticos e o desenvolvimento de uma plataforma regenerável de remediação de PFAS.
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