- Tremores de terra de baixa magnitude atingiram Monte Carmelo às 12h18 e Inhaúma às 16h43, no interior de Minas Gerais.
- As magnitudes foram 2,2 e 2,5, respectivamente, conforme registro da Rede Sismográfica Brasileira e análise do Centro de Sismologia da Universidade de São Paulo.
- Moradores de Monte Carmelo relataram ter sentido o tremor.
- O monitoramento nacional é coordenado pelo Observatório Nacional, com apoio do Serviço Geológico do Brasil, utilizando quase cem estações sismográficas.
- Especialistas destacam que Minas Gerais registra grande número de abalos sísmicos, sendo o estado com mais ocorrências no país.
As cidades de Monte Carmelo e Inhaúma, no interior de Minas Gerais, registraram tremores de terra de baixa magnitude na quinta-feira (5). Os eventos foram captados pela Rede Sismográfica Brasileira (RSBR) e analisados pelo Centro de Sismologia da USP, sem relatos de danos imediatos.
O primeiro abalo ocorreu em Monte Carmelo às 12h18, com magnitude 2.2. Em Inhaúma, às 16h43, o tremor alcançou magnitude 2.5.
O monitoramento da sismicidade nacional é coordenado pelo Observatório Nacional, com apoio do Serviço Geológico do Brasil, por meio de uma rede de quase 100 estações sismográficas. Pequenos tremores são comuns na região.
Monitoramento e Impacto
Moradores de Monte Carmelo relataram ter sentido a terra tremer. O fenômeno foi detectado pelas redes de monitoramento, que acompanham variações na atividade sísmica do país.
O estado de Minas Gerais acumula o maior número de registros de abalos sísmicos no Brasil, segundo especialistas. A explicação envolve grandes tensões geológicas na crosta terrestre, que se liberam como energia observável pelos sismógrafos.
Causas dos abalos sísmicos
Segundo o sismólogo Bruno Collaço, do Centro de Sismologia da USP, pequenos tremores em Minas Gerais são frequentes. As tensões na crosta são resultado de processos geológicos contínuos na região.
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