- Simone Mendes revelou que seu filho Henry, 11 anos, iniciou tratamento para favorecer o crescimento; ela tem 1,52 m de altura.
- A cantora celebrou que Henry já cresceu quatro centímetros em seis meses desde o início do tratamento.
- Endocrinologista orienta a buscar avaliação médica para confirmar se o crescimento está dentro do esperado e identificar causas.
- O tratamento é individualizado e nem sempre envolve hormônio do crescimento; pode depender do diagnóstico e incluir manejo de condições como hipotireoidismo ou doenças crônicas.
- Quando o uso do hormônio é indicado, utiliza-se somatropina em injeções subcutâneas, geralmente à noite, com acompanhamento periódico e duração variável conforme o caso.
Simone Mendes revelou nas redes que seu filho mais velho, Henry, de 11 anos, iniciou tratamento para estimular o crescimento. A cantora, que mede 1,52 m, disse estar acompanhando o caso com o médico e celebrou com a família o ganho de quatro centímetros em seis meses.
A notícia, compartilhada pela irmã de Simaria, reacendeu a dúvida comum entre pais sobre quando investigar a baixa estatura infantil e quais tratamentos são indicados. Casos como o de Henry são frequentes em consultórios pediátricos, especialmente quando a criança cresce abaixo do esperado.
A primeira orientação médica é buscar avaliação com endocrinologista pediátrico. O objetivo é verificar o potencial de crescimento, comparar com a estatura dos pais e traçar a estatura-alvo da criança. Exames e acompanhamento de nove a doze meses costumam fazer parte da investigação.
Na avaliação, entra a história clínica, o peso ao nascer, alimentação, sono e prática de atividades físicas. Doenças cardíacas, renais ou hepáticas também são consideradas, já que podem interferir no crescimento. Em muitos casos, apenas tratar uma condição subjacente resolve o problema.
Nem toda baixa estatura indica doença grave. Existem variações normais, como a baixa estatura constitucional ou familiar, determinadas pela genética. Contudo, síndromes ou doenças crônicas podem estar associadas à estatura baixa, exigindo diagnóstico e tratamento específicos.
O tratamento, quando indicado, é individualizado e nem sempre envolve hormônio de crescimento. Em hipotireoidismo ou doenças sistêmicas, o tratamento foca na condição clínica. A terapia com hormônio é indicada em diagnósticos definidos por diretrizes, como deficiência do hormônio do crescimento, síndrome de Turner e alguns casos de atraso no crescimento.
O hormônio do crescimento utilizado é a somatropina, aplicada por injeções subcutâneas, geralmente à noite. O tratamento pode durar anos, prolongando-se até a conclusão do crescimento dos ossos ou até a idade em que as cartilagens se fecham, entre 14 e 17 anos, dependendo do sexo.
O procedimento costuma ser minimamente doloroso, com agulhas bem finas. A rotina envolve aplicações diárias e acompanhamento trimestral com o endocrinologista para ajuste de dose e monitoramento da evolução. Efeitos colaterais comuns incluem vermelhidão, retenção de líquidos e dores musculares.
Os ganhos de altura variam conforme o diagnóstico. Pessoas com deficiência do hormônio do crescimento costumam apresentar aceleração inicial de cerca de 10 cm por ano. Em baixa estatura idiopática, o ganho final costuma ficar entre 3 e 7 centímetros na altura adulta.
Para estimar a altura final, médicos calculam a altura-alvo com base na estatura dos pais e avaliam a idade óssea por radiografia. Mesmo com projeções, há margem de erro de cerca de 5 cm. Acompanhamento próximo é essencial para ajustar expectativas e estratégias de tratamento.
A publicação de Simone Mendes reforça a importância de avaliação médica precoce diante de baixa estatura na infância. O acompanhamento especializado ajuda a entender as causas e a definir o melhor caminho terapêutico para cada caso.
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