- O Ministério da Saúde ampliou o uso da doxiciclina 100 mg no SUS, para profilaxia pós-exposição de sífilis e clamídia.
- A mudança está em portaria publicada no Diário Oficial da União, definindo a doxiciclina como profilaxia de IST bacterianas.
- A ampliação foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e terá prazo máximo de 180 dias para implantação.
- Sífilis é IST curável, causada pela bactéria Treponema pallidum, com diversas fases e transmissão por relação sexual desprotegida ou vertical.
- Clamídia é IST que atinge principalmente os órgãos genitais, podendo afetar garganta e olhos; transmite-se por contato sexual e, na gestação, pode ser congênita.
O Ministério da Saúde ampliou o uso da doxiciclina 100 mg no SUS. A partir de agora, o antibiótico passa a ser utilizado como profilaxia pós-exposição para infecções sexualmente transmissíveis, em especial clamídia e sífilis.
A mudança foi publicada no Diário Oficial da União, por meio da portaria MS N-16 de 10 de março de 2026. A decisão foi aprovada pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). A oferta pelo sistema tem prazo máximo de 180 dias para ocorrer.
Entenda o que muda no SUS
A doxiciclina passa a figurar como medida preventiva após exposição a IST bacterianas. Sífilis é uma infecção curável, causada pela bactéria Treponema pallidum, com possíveis diferentes estágios. A transmissão ocorre principalmente por relação sexual sem preservativo ou vertical, da gestante ao bebê.
Já a clamídia é uma IST que, em muitos casos, afeta os órgãos genitais e pode alcançar garganta e olhos. A transmissão ocorre por contato sexual direta, inclusive oral e anal, ou de forma congênita. A doxiciclina passa a ser considerada opção profilática para a prevenção nesses casos.
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