- A Força Nacional do SUS chegou a Dourados, MS, para ampliar o controle da chikungunya, integrando-se à Sesai e SVSA, após alerta epidemiológico por aumento de arboviroses na região do Polo Base.
- A ação foca no fortalecimento do controle vetorial e na reorganização da assistência à saúde, com ênfase nos polos indígenas; medidas incluem ampliação de profissionais pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh), reforço logístico com viaturas, busca ativa, apoio à regulação e visitas domiciliares com eliminação de criadouros.
- Also está prevista a qualificação de profissionais para o reconhecimento precoce dos sinais da chikungunya, com mobilização de cerca de vinte profissionais na região, em parceria com agentes de saúde; a Sesai já iniciou a contratação de novos agentes de endemias.
- Desde o início de março, cerca de cem agentes de saúde e endemias visitaram mais de 2,2 mil residências em aldeias, com mutirões de limpeza, aplicação de inseticidas e uma unidade de atendimento móvel da Ebserh no território.
- A resposta é tripartite, com apoio do Governo Federal, do estado e do município; o município já tem 100% da oferta de vacina contra dengue e as equipes seguem orientando sobre cuidado e prevenção.
Nesta quarta-feira, 18 de março, a Força Nacional do SUS chegou a Dourados, no Mato Grosso do Sul, para ampliar ações de controle da chikungunya na região. A operação busca intensificar a resposta já em curso, com foco nos polos indígenas.
A ação integra a força-tarefa com a Secretaria de Saúde Indígena (Sesai) e a Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente (SVSA) do Ministério da Saúde. O alerta epidemiológico foi emitido pelo DSEI-MS devido ao aumento de arboviroses no município, especialmente na área do Polo Base de Dourados.
O objetivo é fortalecer o controle vetorial e reorganizar a assistência à saúde. As medidas incluem ampliação de profissionais pela Ebserh, reforço logístico com viaturas, busca ativa, apoio à regulação e visitas domiciliares. Também há aplicação de inseticidas para eliminar criadouros.
Profissionais de saúde devem receber qualificação para reconhecer precocemente sinais da chikungunya. O diretor da Força Nacional do SUS, Rodrigo Stabeli, afirmou que a população não ficará desassistida e que cerca de 20 profissionais atuam no território.
A mobilização envolve ainda agentes de saúde, com apoio de ações de limpeza, coleta de resíduos e ações de cuidado aos pacientes. A Sesai adianta a contratação de novos agentes de endemias para atuação nos territórios indígenas.
Desde o início de março, o Ministério da Saúde acompanha a situação epidemiológica. Aproximadamente 100 agentes visitaram mais de 2,2 mil residências em aldeias da região, com mutirões de limpeza e aplicação de inseticidas. Uma unidade móvel de atendimento também opera no território.
A resposta é estruturada de forma tripartite, com apoio federal, estadual e municipal. As ações incluem mobilização da população para o controle do mosquito, melhoria das condições de vida e continuidade das medidas de cuidado. A prefeitura de Dourados já oferece 100% de vacinas contra a dengue.
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