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Smartwatches identificam doenças com dados de sono, entenda

Dispositivos vestíveis monitoram sono com sensores de oxigenação e batimentos, identificando fases do sono e possíveis distúrbios como apneia

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  • Dispositivos vestíveis, desde smartwatches até anéis como o Galaxy Ring, monitoram sono e sinais vitais, como batimentos cardíacos e oxigenação, para identificar possíveis doenças.
  • Sensores avaliam as fases do sono pela variação do batimento cardíaco e pelos movimentos, ajudando a detectar problemas como apneia.
  • Entre os exemplos estão o Galaxy Ring e a pulseira Whoop, que não possuem tela nem notificações e se concentram na coleta de dados.
  • Os preços variam conforme a marca e as funções: Apple Watch em torno de R$ 3 mil; Galaxy Watch entre R$ 1,2 mil e R$ 1,5 mil; Galaxy Ring cerca de R$ 2 mil; Huawei Band 10 entre R$ 150 e R$ 180. Dispositivos simples fornecem informações básicas e não detectam apneia.
  • Mesmo com certificações em alguns aparelhos, eles funcionam como indicadores e não substituem exames clínicos, como a polissonografia; eles sinalizam quando é preciso buscar orientação médica.

Os novos smartwatches e anéis vestíveis passam a identificar possíveis problemas de saúde a partir de dados do sono. Dispositivos como Galaxy Ring e Whoop monitoram batimentos, oxigenação e movimentos para avaliar a qualidade do repouso.

Especialistas explicam que sensores avançados captam variações no ritmo cardíaco e nos níveis de oxigênio. Ao combinar esses sinais com padrões de movimento, os aparelhos conseguem indicar em que fase do sono a pessoa está e sinalizar alertas de eventualidades médicas.

Como funcionam na prática

Os aparelhos distinguem fases do sono pela variação da frequência cardíaca ao longo da noite. Batimentos mais espaçados sugerem sono profundo, enquanto aceleração pode indicar despertares ou fases mais leves. A leitura combinada com oxigênio aponta para potenciais distúrbios.

Outros elementos dos dispositivos incluem redes de sensores que, além do sono, acompanham atividades físicas. Mesmo sem tela ou notificações, a Whoop se diferencia ao priorizar a coleta de dados contínua.

Modelos, preços e limitações

No Brasil, o Apple Watch aparece na faixa de cerca de R$ 3.000, e o Galaxy Watch fica entre R$ 1.200 e R$ 1.500, conforme o modelo. O Galaxy Ring está em torno de R$ 2.000, já o Huawei Band 10 atua entre R$ 150 e R$ 180.

Modelos mais simples não costumam detectar apneia, mas fornecem informações básicas de sono, como duração e qualidade da respiração. Para quem não pretende investir muito, opções abaixo de R$ 200 já entregam dados úteis pelo celular.

Aviso médico e utilidade prática

Mesmo com certificação médica em alguns modelos, os dispositivos atuam como indicadores. Eles não substituem exames clínicos especializados, como a polissonografia. Ainda assim, identificam sinais que podem motivar avaliação médica.

Especialistas destacam que esses aparelhos servem como alertas iniciais. Em caso de desconforto noturno, recomenda-se consultar um profissional de saúde para diagnóstico definitivo.

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