- A Agência Nacional de Águas (ANA) e a Axia Energia assinam acordo no valor de R$ 290 milhões para aprimorar o monitoramento hidrológico no Brasil.
- O recurso será utilizado para modernizar e expandir a rede de monitoramento nas bacias dos rios São Francisco, Parnaíba e áreas sob influência do reservatório de Furnas.
- O objetivo é ampliar a capacidade de coleta de dados sobre vazões, níveis de água e eventos hidrológicos, fortalecendo a gestão dos recursos hídricos.
- A assinatura ocorreu em 24 de março de 2026, com foco na melhoria do desempenho do sistema de monitoramento em áreas estratégicas do país.
A Agência Nacional de Águas (ANA) e a Axia Energia assinaram um acordo no valor de 290 milhões de reais para aprimorar o monitoramento hidrológico no Brasil. O objetivo é modernizar e ampliar a rede de observação de águas em áreas estratégicas do país.
O acordo prevê investimentos para fortalecer a captação, transmissão e processamento de dados, com foco em operações futuras de monitoramento hidrológico. As ações visam ampliar a qualidade de informações para gestão de recursos hídricos e alerta a eventos extremos.
Ao todo, as obras vão ocorrer nas bacias dos rios São Francisco e Parnaíba, além de áreas sob influência do reservatório de Furnas. A iniciativa envolve a modernização de infraestrutura já existente e a ampliação de pontos de monitoramento.
Detalhes do investimento
A parceria entre ANA e Axia Energia busca integrar dados de pluviometria, vazões e níveis de armazenamento. A expectativa é melhorar a tomada de decisão por gestores públicos e operadores de sistemas de água e energia, especialmente em regiões sujeitas a seca e cheia.
O anúncio foi feito em meio a prioridades de infraestrutura hídrica e controle de riscos, com participação institucional voltada à transparência das informações. Não foram divulgados prazos específicos de implementação nem fontes adicionais de financiamento.
O acordo destaca a atuação conjunta de órgão regulador e empresa privada para reforçar a resiliência de sistemas de gestão de recursos hídricos no Brasil. A base de dados atualizada deverá apoiar políticas públicas e operações de infraestrutura.
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