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11 minutos a mais de sono, vegetais e caminhada podem reduzir risco de infarto

Estudo com cinquenta e três mil participantes aponta que dormir onze minutos a mais, 42 minutos diários de atividade física e 50 gramas de vegetais reduzem o risco de infarto e AVC em até dez por cento

Três fotografias, uma pessoa dormindo, correndo e comendo saudavelmente.
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Estudo com 53 mil participantes no Reino Unido ao longo de oito anos aponta que mudanças simples de hábitos podem reduzir o risco de infarto e AVC em até 10%.

Dormir 11 minutos a mais por noite, adicionar 4,5 minutos de atividade física moderada a vigorosa e consumir 50 gramas a mais de vegetais por dia ajudam a reduzir eventos cardiovasculares graves.

O benefício é relativo à média da população; aumentar apenas um fator sem as demais mudanças não tem o mesmo efeito.

A combinação “ideal” sugerida é dormir cerca de nove horas por noite, confirmar 42 minutos diários de atividade física moderada a vigorosa e manter uma dieta equilibrada, o que reduziria o risco em até 57%.

O estudo é observacional e não estabelece causalidade; é preciso mais pesquisas, mas as mudanças sugeridas são simples de adotar.

O estudo analisou dados de mais de 53 mil adultos no Reino Unido ao longo de oito anos, envolvendo equipes do Brasil, Chile e Austrália. O objetivo foi verificar se pequenas mudanças diárias reduzem o risco de infarto e AVC.

Ao todo, houve 2.034 eventos cardiovasculares graves durante o acompanhamento. Pesquisadores identificaram padrões que ligam sono, alimentação e atividade física a menos ocorrências desses episódios. Os resultados são observacionais.

As mudanças apontadas mostram que dormir 11 minutos a mais, realizar 4,5 minutos adicionais de atividade moderada a vigorosa e consumir 50 g extras de vegetais por dia podem reduzir o risco em relação à média populacional.

Resultados e implicações

O estudo, publicado no European Journal of Preventive Cardiology, ressalta que não se trata de fórmula mágica. A efetividade depende do ponto de partida e de uma combinação de hábitos. Pequenas melhorias consolidam benefícios à saúde cardiovascular.

Os pesquisadores enfatizam que uma rotina com maior adesão a peças cotidianas pode ter impacto relevante, mesmo mantendo demais aspectos da vida inalterados. Ainda assim, não é possível estabelecer causalidade a partir desses dados.

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