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Centro de Inovação da Oracle celebra 1 ano com avanços em protótipos e negócios

No primeiro ano, Oracle Innovation Center em São Paulo amplia de trinta para mais de 50 experiências, reunindo 40 clientes mantenedores e avançando para função de vendas integrada

Simulador de F1 da equipe Red Bull e apoiada pela Oracle: monitoramento virtual da experência nas pistas (Oracle/Reprodução)
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  • O Oracle Innovation Center de São Paulo completa um ano e ampliou de 30 para mais de 50 experiências tecnológicas, reunindo cerca de 40 clientes mantenedores.
  • O espaço, desenhado para demonstrar IA, automação, realidade aumentada e robótica, funciona como vitrine e ambiente de prototipagem para setores como varejo, saúde e energia.
  • O foco mudou de showroom para instrumento de vendas e cocrição, com demonstrações práticas em vez de apresentações em PowerPoint.
  • Há cerca de quarenta empresas parceiras no centro, incluindo startups, fortalecendo a ideia de inovação aberta com colaboração externa.
  • O centro já recebe demanda contínua, com agenda de atividades garantida até maio, e é visto pela Oracle como laboratório para validar projetos em estágio inicial.

O Oracle Innovation Center, centro de inovação da empresa em São Paulo, completa um ano aberto ao público — e já ampliou seu espaço de demonstração. O local saiu de 30 para mais de 50 experiências tecnológicas e passou a reunir 40 clientes mantenedores, segundo a Oracle.

A proposta é mostrar aplicações de inteligência artificial, automação, realidade aumentada e robótica em setores como varejo, saúde, telecomunicações, energia, hotelaria e setor público. O objetivo é aproximar a prática da venda, conectando demonstração e uso real de soluções.

O espaço funciona no 7º andar da sede da Oracle no Brasil e é apresentado como vitrine para cocriar com clientes, não apenas exibir tecnologias. A ideia é substituir apresentações em PowerPoint por demonstrações que permitam testar as inovações.

Na prática, o centro abriga áreas temáticas com robô recepcionista, simulações de compras sem caixas, check-in de hotel com preferências, corrida de F1 e edição de podcasts com inteligência artificial. Há também uma área maker para protótipos e acompanhamento de projetos.

Apesar do tom lúdico, a Oracle diz que o centro tem uso comercial. Um time de vendas acompanha a ida de clientes ao espaço, as decisões de compra e a continuidade do negócio ao longo do ciclo de vida dos projetos. O objetivo é avançar no funil de vendas.

A empresa informa que o investimento inicial estimado era de 40 milhões de reais. Segundo executivos, o retorno já é perceptível com a maior adesão interna e externa ao centro. A operação busca transformar o espaço em ambiente de geração de negócios.

Parcerias e protótipos ampliam o escopo

O centro reúne hoje cerca de 40 empresas parceiras, entre companhias consolidadas e startups, que alimentam as experiências instaladas. Metade do ecossistema é formado por companhias emergentes, ampliando o leque de soluções disponíveis.

A prática da Oracle fortalece a ideia de inovação aberta, em que fornecedores especializados colaboram para acelerar o desenvolvimento. O espaço funciona como laboratório para validar projetos em estágio inicial, não apenas como vitrine.

Tomando como referência um teste com a rede Four Seasons, a Oracle mostrou como prototipagem no centro auxilia decisões sobre próximos passos em projetos de hospitalidade.

Fábio Martins, diretor de inovação da Oracle Brasil, ressaltou que, embora o centro de Chicago seja maior em escala, a unidade de São Paulo já concentra mais experiências instaladas do que outras estruturas da empresa no exterior. A agenda de interessados permanece cheia até maio, segundo a empresa.

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