- A atriz Larissa Manoela, 25, publicou vídeo para a campanha Março Amarelo, abordando a endometriose e compartilhando sua experiência com a doença.
- O primeiro diagnóstico ocorreu aos 19 anos, e a endometriose já impactou sua capacidade de trabalhar e seu sonho de ser mãe.
- Ela relatou dores fortes e cólicas na adolescência e explicou que só percebeu que a dor não era normal quando atrapalhava o trabalho.
- A doença atinge cerca de 15% das mulheres brasileiras, segundo o Ministério da Saúde, e envolve o crescimento de tecido endometrial fora do útero.
- Larissa afirma a importância de ouvir o próprio corpo, usar a voz para informar e incentivar mulheres a buscar orientação médica especializada.
A atriz Larissa Manoela, 25, publicou na tarde desta quinta-feira (26) um vídeo para a campanha de conscientização da endometriose, durante o Março Amarelo. A linguagem é informativa, com foco em relatar a experiência da artista com a doença.
Ela revelou que recebeu o primeiro diagnóstico aos 19 anos e que não houve cirurgia inicial. A artista explicou o receio envolvendo a possibilidade de engravidar, tema ligado ao diagnóstico antigo da endometriose.
Ao contar sobre a dor durante a adolescência, Larissa disse que as cólicas eram intensas e que só percebeu que a dor não era normal quando começou a atrapalhar o trabalho. Ela destaca a importância de ouvir o corpo.
A endometriose atinge cerca de 15% das mulheres no Brasil, segundo o Ministério da Saúde. A doença envolve o crescimento de tecido endometrial fora do útero, com sintomas como dor pélvica e desconforto menstrual.
Entre os fatores de risco estão menstruação precoce, gravidez após os 30 e anomalias uterinas, conforme dados de saúde. A causa exata ainda não é conhecida, e pesquisas continuam em andamento.
A campanha é associada ao Março Amarelo, mês mundial de conscientização. Larissa afirma que usará sua voz para levar informação segura e ampliar o diálogo sobre o tema, fortalecendo a mobilização feminina.
Ao final do vídeo, ela incentiva que as mulheres deem atenção aos sinais do corpo e procurem atendimento médico especializado. Contem comigo, finaliza, em apoio à causa.
Da CNN Brasil, com informações de Gabriela Maraccini e supervisão de Ana Beatriz Dias.
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