- Startup ligada à Universidade de Cambridge, no Reino Unido, desenvolve o satélite Hibiscus para mapear o calor da superfície terrestre.
- O equipamento usa tecnologia de infravermelho térmico para medir temperaturas em grandes áreas, não apenas luz visível.
- O Hibiscus poderá detectar incêndios florestais antes de se espalharem, ajudando na resposta inicial.
- Além de incêndios, o satélite deve auxiliar em operações de resgate, identificando áreas críticas durante enchentes e queimadas.
- O lançamento está previsto para 2027, marcando uma promessa de avanço na observação do clima.
O Hibiscus é o novo satélite desenvolvido por uma startup associada à Universidade de Cambridge, no Reino Unido. O objetivo é mapear o calor da superfície terrestre e aperfeiçoar a observação climática global. O anúncio aponta que o projeto pode transformar a forma de acompanhar o clima.
A tecnologia baseia-se em infravermelho térmico, que detecta calor em vez de luz visível. Além de medir temperaturas de grandes áreas, o satélite poderá identificar incêndios florestais ainda no estágio inicial. A ação também pode orientar equipes de resgate para áreas críticas após enchentes ou queimadas.
A empresa e a universidade destacam que o Hibiscus oferece visão contínua do planeta, com captação diária de dados. A capacidade de detectar pontos quentes antes de se alastrarem é apresentada como vantagem para prevenção e resposta a desastres.
Funcionalidades do Hibiscus
O satélite utiliza sensores de infravermelho para mapear temperaturas superficiais com alta precisão. A tecnologia permite, ainda, acompanhar variações térmicas em tempo real em grandes regiões.
Especialistas apontam que o sistema pode contribuir para a previsão de incêndios, planejamento de rotas de evacuação e alocação de recursos em operações de resgate. As aplicações incluem monitoramento de áreas propensas a desastres naturais.
Cronograma e alcance
O lançamento está previsto para 2027, conforme o planejamento da equipe envolvida. O Hibiscus será lançado a partir de plataformas de lançamento comerciais, com órbita destinada a observação contínua da superfície terrestre. A iniciativa visa ampliar a capacidade de monitoramento climático global.
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