- Corpo de elefante-marinho Leôncio foi encontrado no final da tarde desta terça-feira no povoado Lagoa Azeda, Jequiá da Praia, em Alagoas.
- A causa da morte ainda não foi apurada; a equipe do Instituto Biota de Conservação segue para confirmar se é o mesmo animal e apurar o óbito.
- Leôncio chegou ao litoral alagoano no dia 11 e permaneceu em áreas de Ipioca, Garça, Maceió, Barra de Santo Antônio e Paripueira durante o período de observação.
- A busca pelo animal ocorreu desde o dia 27, com monitoramento em pontos como a praia do Gunga, em Roteiro, e o Pontal do Peba, em Piaçabuçu.
- O instituto informou que Leôncio passava por mudança de pelagem, processo comum na espécie que pode durar de uma a quatro semanas, período em que ele costumava descansar na praia.
Leôncio, elefante-marinho, foi encontrado morto no final da tarde desta terça-feira no povoado Lagoa Azeda, em Jequiá da Praia, Alagoas. A causa do óbito ainda não foi confirmada.
O Instituto Biota de Conservação informou que a equipe está mobilizada para recuperar o corpo e apurar se se trata do mesmo animal e o que levou ao falecimento.
Leôncio chegou ao litoral de Alagoas no dia 11 e permaneceu perambulando por praias de Ipioca e Garça, em Maceió, além de Barra de Santo Antônio, em Paripueira.
Desde o desaparecimento, no dia 27, equipes monitoraram pontos como a Praia do Gunga, em Roteiro, e o Pontal do Peba, em Piaçabuçu, no litoral sul do estado.
Segundo o instituto, Leôncio passava por mudança de pelagem, processo comum na espécie, que pode durar de 1 a 4 semanas, durante o qual os animais costumam repousar na praia.
Durante o monitoramento, moradores locais perturbavam o animal, o que levou o instituto a emitir alerta para que o espaço fosse respeitado e nenhum manejo fosse feito.
Enquanto esteve na região, a equipe do Biota disse ter cumprido a função de monitoramento, garantindo segurança, repouso do animal e informações sobre cuidados aos curiosos.
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