- Experimentos a bordo da Artemis II incluem ARCHeR, que monitora bem‑estar, atividade e padrões de sono; AVATAR, com órgãos em chips para avaliar radiação e microgravidade na saúde humana; amostras de sangue e saliva para entender mudanças no sistema imunológico; e fotos de crateras de impacto e fluxos de lava no lado oculto da Lua.
- Cubesats, fornecidos por agências da Alemanha, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Argentina, vão medir diferentes aspectos do ambiente espacial; entre eles, a sonda alemã TACHELES analisa impactos em componentes elétricos, e o K‑Rad Cube mede radiação nos cinturões de Van Allen.
- A missão tem duração de dez dias, com trajetória em forma de oito ao redor da Lua; após duas órbitas iniciais na Terra, a nave seguirá para o satélite em trajetória de livre retorno.
- Nos primeiros um ou dois dias em órbita terrestre alta, a tripulação realizará verificações de sistemas da Orion, incluindo suporte à vida, propulsão, navegação e comunicação.
- O objetivo principal é testar os sistemas da cápsula, como o escudo térmico durante a reentrada; não está prevista pouso na superfície lunar.
A tripulação da Artemis II deve realizar uma série de experimentos científicos durante a missão, que envolve voltar ao redor da Lua e retornar à Terra. O conjunto de atividades inclui sensores de bordo, medições biológicas e registro de imagens da superfície lunar.
Os astronautas são Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, da Nasa, e Jeremy Hansen, da Agência Espacial Canadense. Eles voam na cápsula Orion, em uma missão que pretende testar sistemas cruciais antes de missões mais longas no espaço profundo.
Satélites de várias nacionalidades acompanham a nave para medir o ambiente espacial hostil. Os dispositivos são fornecidos pela Alemanha, Coreia do Sul, Arábia Saudita e Argentina, ampliando o conjunto de dados sobre radiação, plasma e impactos.
Satélites e experimentos
Um relógio biológico, conhecido como ARCHeR, acompanhará bem-estar, atividade e padrões de sono da tripulação. O experimento AVATAR envia órgãos em chips para entender efeitos da radiação e da microgravidade na saúde.
A tripulação poderá coletar amostras de sangue e saliva para avaliar alterações no sistema imune. Fotos de crateras de impacto e fluxos de lava antiga também serão registradas durante o sobrevoo do lado oculto da Lua.
Satélites de tamanho compacto, chamados cubesats, foram liberados cerca de cinco horas após o lançamento. Eles medirão diferentes aspectos do ambiente ao redor da nave.
Observações e parceiros
Entre os satélites, a sonda alemã TACHELES analisará como o espaço afeta componentes elétricos de futuros veículos lunares. O K-Rad Cube transporta tecido semelhante ao humano para medir radiação nos cinturões de Van Allen ao redor da Terra.
A missão Artemis II tem duração estimada de dez dias, com trajetória em formato de oito ao redor da Lua. Inicialmente, duas órbitas terrestres seguidas de uma curva de retorno livre, sem pouso na superfície lunar.
Durante os primeiros dias, a tripulação verificará sistemas da Orion, incluindo suporte à vida, propulsão, navegação e comunicações. O objetivo é confirmar o funcionamento para espaço profundo.
Ao alcançar o ponto de maior aproximação, a Lua parecerá do tamanho de uma bola de basquete a distância de um braço. O foco principal é testar os sistemas da cápsula durante a viagem e a reentrada.
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