- Professora Isa Lúcia de Morais, bióloga e botânica da Universidade Estadual de Goiás, ficou mais de 20 horas perdida no Parque Nacional das Emas, em Goiás, durante pesquisa com duas estudantes.
- Ela se afastou da estrada, ficou sem celular e sem suprimentos, passou a noite na mata e bebeu água da chuva, alimentando-se de flores não venenosas.
- Durante a tentativa de saída, caiu e fraturou o braço; as alunas conseguiram sair com a ajuda do GPS do celular.
- Isa foi resgatada pelos bombeiros a cerca de dois quilômetros do ponto de perda e foi transferida para um hospital de Goiânia.
- O resgate contou com drones de sensores térmicos; equipes destacaram a necessidade de planejamento e de equipamentos como carta geográfica e bússola.
A professora Isa Lúcia Morais, bióloga e botânica da Universidade Estadual de Goiás, ficou perdida por mais de 20 horas no Parque Nacional das Emas, em Goiás. Ela se afastou da estrada durante uma pesquisa com duas estudantes e não encontrou o caminho de volta. As alunas conseguiram sair com o auxílio do GPS do celular.
Ferida ao tentar sair da área, Isa quebrou o braço. Sem celular e sem suprimentos, passou a noite na mata, bebendo água da chuva e comendo flores não venenosas. A queda ocorreu quando percebia que caminhava em círculos.
As buscas envolveram bombeiros, que acionaram drones com sensores térmicos. Isa foi resgatada a cerca de dois quilômetros do ponto de desaparecimento, mais de 20 horas depois. O Corpo de Bombeiros destacou necessidade de planejamento e equipamentos adequados.
Resgate e avaliação médica
Os bombeiros orientaram que o uso de mapas, bússola e planejamento prévio é essencial para atividades no campo. Isa foi encaminhada a um hospital de Goiânia para avaliação e tratamento do braço fraturado. Não houve informações sobre o estado clínico atual.
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