- Quarenta por cento dos pacientes que usam as canetas emagrecedoras já compraram o medicamento injetável sem receita, pela internet ou no exterior.
- O levantamento do Instituto Locomotiva aponta que 38% já adquiriram o produto sem prescrição.
- Além disso, 76% da população acredita que o medicamento está se tornando mais acessível com o tempo.
- O principal impeditivo citado pelos interessados é o preço elevado; 68% disseram que um preço mais baixo aumentaria a utilização.
- A pesquisa ouviu 1.004 pessoas entre 3 e 9 de fevereiro deste ano, em estudo realizado pela internet com autopreenchimento.
O estudo aponta que prática de compras sem receita ocorre com frequência entre usuários de canetas emagrecedoras. Quarenta por cento compraram o medicamento injetável sem indicação médica, seja pela internet, no exterior ou em farmácias sem receita.
Praticamente quatro em cada dez pacientes já adquiriram o produto sem prescrição. Além disso, 76% da população acredita que o acesso ao medicamento está aumentando com o tempo, segundo o levantamento.
Entre os interessados em usar as canetas, o preço elevado e as contraindicações médicas aparecem como principais entraves. Ao menos 68% afirmam que preço mais baixo e acesso facilitado aumentariam a adesão ao tratamento.
Para Renato Meirelles, presidente do Instituto Locomotiva, o tema deixou de ser distante e virou fenômeno cotidiano. O estudo mostra que quem teve experiência tende a avaliar de forma positiva e a recomendar o produto, mas o custo continua sendo o principal obstáculo.
Como foi feita a pesquisa
A pesquisa é quantitativa, realizada pela internet com autopreenchimento. Foram ouvidas 1.004 pessoas entre 3 e 9 de fevereiro deste ano.
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