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Volvo testa caminhões a hidrogênio na Europa com carga sem emissões

Volvo testa caminhões a hidrogênio na Europa para longas distâncias, com emissões líquidas próximas de zero, dependente de infraestrutura de abastecimento

Volvo caminhão movido a hidrogênio
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  • A Volvo iniciou na Europa uma fase de testes com caminhões movidos a hidrogênio em condições reais de rodagem e em baixa temperatura no norte do continente, validando a descarbonização do transporte pesado.
  • Os modelos utilizam motores de combustão adaptados para hidrogênio, com potência e dirigibilidade próximas aos caminhões a diesel; abastecimento com hidrogênio de origem renovável pode levar a emissões líquidas próximas de zero.
  • A principal vantagem é o uso em rotas de longa distância, pois o hidrogênio permite reabastecimento rápido e maior autonomia em relação à bateria.
  • A limitação central é a infraestrutura: produção e distribuição de hidrogênio verde ainda é restrita e envolve alto custo logístico, exigindo redes de abastecimento em desenvolvimento.
  • A Volvo já atua com solução multitecnologia e tem experiência com combustíveis alternativos (mais de dez mil caminhões a gás na Europa); outras fabricantes, como Daimler Truck, Hyundai, Scania, MAN e Iveco, também exploram o hidrogênio.

A Volvo iniciou na Europa uma nova fase de testes com caminhões movidos a hidrogênio, em condições reais de rodagem e em baixas temperaturas no norte do continente. A iniciativa busca descarbonizar o transporte pesado, validando o uso do hidrogênio verde em operações de longa distância.

Os veículos utilizam motores de combustão adaptados para hidrogênio, com desempenho similar ao diesel em potência, torque e dirigibilidade. Quando abastecidos com hidrogênio renovável, os caminhões podem apresentar emissões líquidas próximas de zero.

A aplicação principal é em rotas de longa distância, onde o hidrogênio oferece reabastecimento rápido e maior autonomia em comparação com baterias. A abordagem permite manter a operação próxima do padrão atual do setor.

Por outro lado, o principal entrave é a infraestrutura. A viabilidade depende da produção e distribuição em escala do hidrogênio verde, processo ainda caro e com redes de abastecimento em desenvolvimento.

A Volvo já atua com uma estratégia multitecnologia, com experiência em combustíveis alternativos. Na Europa, mais de 10 mil caminhões a gás utilizam tecnologia similar de injeção HPDI, que serve de base para o avanço do hidrogênio.

Outras fabricantes acompanham o movimento, como Daimler Truck, Hyundai com o XCIENT Fuel Cell, além de projetos da Scania, MAN e Iveco. As iniciativas envolvem soluções a hidrogênio por combustão ou célula de combustível.

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