- A Artemis II deve retornar à Terra por meio de amerissagem no Oceano Pacífico, próximo à costa de San Diego, por volta das 20h07 (horário de Brasília) desta sexta-feira (10 de abril). A data e o local podem mudar conforme as condições climáticas.
- A cápsula Orion enfrentará temperaturas extremas e velocidades elevadas durante a reentrada; mais de dez paraquedas serão acionados para reduzir a velocidade até tocar a água a cerca de 32 quilômetros por hora.
- Antes do pouso, os astronautas passam por testes com roupas especiais para evitar intolerância ortostática e manter a circulação estável durante o retorno.
- Uma equipe da Nasa e da Marinha monitora a operação de resgate nas proximidades; detritos dos paraquedas e o uso de amônia no sistema de resfriamento exigem verificação antes da aproximação.
- Após o resgate, os astronautas passam por avaliações médicas, são transportados por helicóptero para o continente e seguem para o Centro Espacial Johnson (Texas) para exames pós-missão; a nave é conectada a um navio para recuperação. A transmissão ao vivo será pelo YouTube da Nasa.
O retorno da missão Artemis II está marcado para esta sexta-feira, 10 de abril, com a cápsula Orion pousando no Oceano Pacífico, próximo a San Diego, nos EUA. A operação envolve roupas especiais, escudo térmico e apoio de equipes de resgate.
Os astronautas Reid Wiseman, Victor Glover, Christina Koch e Jeremy Hansen estão a bordo. O retorno ocorre após dez dias em microgravidade, em uma missão que levou pela primeira vez uma mulher, uma pessoa negra e um astronauta não estadunidense à vizinhança da Lua.
A Nasa informou que o horário e o local podem sofrer alterações por questões climáticas ou avanços da missão. A transmissão será ao vivo, gratuita, pelo canal da Nasa no YouTube.
Pouso: etapas críticas e preparação
O escudo térmico precisa suportar temperaturas próximas a 2760 °C durante a reentrada. Em terra, mais de dez paraquedas são acionados para desacelerar a descida, com os últimos três sinalizando que tudo ocorreu como esperado.
A cápsula deve chegar a cerca de 32 km/h ao tocar a água, em um splashdown no Pacífico. Equipes da Nasa e da Marinha ficam de prontidão uma hora antes para a operação de resgate.
Logística de recuperação e segurança
Derrames de amônia no sistema de resfriamento da nave requerem verificação antes da aproximação da equipe de resgate. Helicópteros com câmeras vão auxiliar a localização da cápsula e dos destroços.
Após o resgate médico, os astronautas serão transferidos para embarcações e, em seguida, para o Centro Espacial Johnson, no Texas, para avaliação pós-missão. A cápsula Orion será enviada a um navio para transporte ulterior.
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