- O IBGE realizou a primeira reunião convocada pela Coordenação de Comunicação Social, reunindo 35 representantes de ministérios, entidades, movimentos sociais e servidores.
- O objetivo foi fortalecer a comunicação do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola e ampliar o alcance das informações produzidas.
- Participaram do encontro representantes do IBGE: Fernando Damasco, José Daniel Castro, Michel da Silva, Marcos Filipe e Lorenzo Mello.
- Também estiveram presentes membros de ANA, ÓSocioBio, CONTAG, OCB, CNA e ABIMAQ, além de órgãos como MMA, MDA, MAPA, MTE e INCRA.
- As contribuições destacaram o papel do censo na compreensão da realidade do campo e na redução de desigualdades, ajudando a aprimorar a comunicação e a disseminação dos dados.
O IBGE realizou nesta quinta-feira (09/04) a primeira reunião convocada pela Coordenação de Comunicação Social. O encontro reuniu 35 representantes de ministérios, entidades, movimentos sociais e servidores da instituição. O objetivo foi fortalecer a comunicação e disseminação dos resultados do 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
Entre os participantes, estiveram Fernando Damasco, responsável pelo planejamento e execução operacional do Censo, e José Daniel Castro, do Centro de Documentação e Disseminação de Informações. Também marcaram presença Michel da Silva, Marcos Filipe e Lorenzo Mello, da equipe de Comunicação Social.
A reunião foi convocada para fortalecer o diálogo entre o IBGE e o Conselho Consultivo do Censo Agro e outras entidades parceiras, ampliando o alcance das informações produzidas. O encontro visa aproximar o público-alvo dos dados, com foco em uso institucional e social.
Participantes representaram a Articulação Nacional de Agroecologia, ÓSocioBio, CONTAG, OCB, CNA e ABIMAQ, além de órgãos federais como MMA, MDA, MAPA, MTE e INCRA. A presença ressalta a integração entre ciência, governo e sociedade civil.
A troca de experiências reforçou o papel estratégico do Censo Agro na compreensão da realidade do campo brasileiro e no enfrentamento de desigualdades regionais e produtivas. As contribuições devem embasar melhorias na comunicação, disseminação e apropriação social dos dados.
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