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Belo Horizonte decreta emergência em saúde por alta de doenças respiratórias

Belo Horizonte decreta emergência em saúde para ampliar leitos, equipes e vacinação e conter superlotação nas UPAs diante do avanço de doenças respiratórias

A previsão é de que o pico da demanda ocorra nas próximas duas semanas, o que motivou a adoção antecipada das medidas.
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  • Belo Horizonte decretou situação de emergência em saúde devido ao aumento de doenças respiratórias na cidade.
  • A medida permite ampliar rapidamente leitos, equipamentos, contratação de profissionais e flexibilizar horários nas unidades de saúde, com pico esperado nas próximas duas semanas.
  • A maior pressão ocorre nas unidades de pronto atendimento, enquanto a ocupação hospitalar permanece estável, com suporte de hospitais como Odilon Behrens e Hospital do Barreiro.
  • Dados da Secretaria Municipal de Saúde mostram crescimento de atendimentos: 22.802 em janeiro, 22.533 em fevereiro e 49.574 em março nas UPAs e centros de saúde.
  • A vacinação é a principal estratégia; o Dia D contra influenza e Covid-19 começa neste sábado (11), com doses disponíveis e remanejamento entre unidades para suprir faltas pontuais.

A Prefeitura de Belo Horizonte decretou situação de emergência em saúde nesta sexta-feira (10) devido ao aumento de doenças respiratórias na capital. O anúncio foi feito pelo prefeito Álvaro Damião, com o apoio do secretário municipal de Saúde, Miguel Paulo Duarte Neto. A medida busca acelerar ações para evitar a sobrecarga no sistema público.

O pesquisou aponta maior pressão nas unidades de pronto atendimento (UPAs), com procura elevada por atendimento, especialmente entre crianças. O quadro também já foi observado em cidades da região metropolitana, como Contagem, segundo a gestão municipal.

Medidas para ampliar atendimento

O decreto autoriza ampliar rapidamente a oferta de leitos, equipamentos e estrutura de atendimento, além de contratar mais profissionais e flexibilizar horários nas unidades de saúde. O pico de demanda deve ocorrer nas próximas duas semanas, motivando a adoção antecipada.

Dados de atendimentos da rede municipal apontam aumento expressivo: janeiro registrou 22.802 atendimentos, fevereiro 22.533 e março 49.574. A ocupação hospitalar permanece estável, com apoio de hospitais como Odilon Behrens e o Hospital do Barreiro.

Dia D de vacinação

A vacinação é apontada como principal estratégia para conter o avanço das doenças. A partir deste sábado (11), Belo Horizonte promove o Dia D de imunização contra influenza e Covid-19. A campanha já havia sido antecipada, mas a adesão ainda é baixa em relação ao ideal.

Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, há doses disponíveis e remanejamento entre unidades evita faltas pontuais. O prefeito pediu que a população procure os postos de saúde para se vacinar, ressaltando a importância da imunização para reduzir a demanda nas UPAs.

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