- A Nasa divulgou, em 9 de abril de 2026, uma imagem inédita registrada pela tripulação da Artemis II durante o sobrevoo lunar de 6 de abril de 2026.
- A foto mostra um eclipse solar total visto do espaço, com a Lua bloqueando o Sol por cerca de 54 minutos.
- Saturno, Marte e Mercúrio aparecem na imagem, além da luz do Sol refletida pela Terra.
- O brilho ao redor do disco lunar pode ser corona solar, luz zodiacal (poeira interplanetária) ou uma combinação dos dois.
- A imagem permite observar estrelas e planetas normalmente invisíveis e tem relevância científica para estudar a corona solar e a distribuição de poeira no sistema solar interno.
A NASA divulgou uma imagem inédita registrada pela tripulação da missão Artemis 2 durante o sobrevoo lunar realizado em 6 de abril de 2026. A foto mostra a Lua encobrindo totalmente o Sol, durante um eclipse visto do espaço, com duração de cerca de 54 minutos. A descoberta envolve também a identificação de planetas e estrelas no espaço profundo.
Na imagem, o disco lunar aparece escuro no centro, cercado por um halo luminoso gerado pela luz refletida do Sol. O registro permite observar Saturno, Marte e Mercúrio, além da luz refletida pela Terra. O fenômeno chama a atenção pela duração superior ao eclipse observado a partir da Terra.
Chamado de Artemis II in Eclipse, o registro é objeto de estudo científico. Pesquisadores buscam esclarecer se o brilho ao redor resulta da coroa solar, da luz zodiacal ou de uma combinação de ambos. Astronautas relatam que a Lua ocupa grande parte do campo de visão, favorecendo a observação de outros corpos celestes.
Relevância científica
A imagem favorece a análise da coroa solar e da distribuição de poeira no interior do sistema solar. A observação contínua durante o eclipse permite entender melhor a dinâmica do sistema solar interno e as condições de visibilidade de objetos próximos à Lua.
Sobre o conjunto de imagens
O conjunto de imagens também oferece evidências visuais de objetos celestes que normalmente ficam abaixo da visibilidade em registros próximos à Lua. O material é considerado relevante para compreender fenômenos de iluminação e distribuição de poeira interplanetária.
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