- Bebê de 10 meses nasceu com Nevo Melanocítico Congênito Gigante, condição que provoca manchas escuras na pele e aumenta o risco de melanoma.
- Em agosto de 2025, foram removidas lesões para biópsia; em março de 2026 confirmou-se que uma das lesões era cancerígena.
- A família iniciou uma campanha no GoFundMe para arrecadar recursos para o tratamento.
- Especialistas dizem que nevos grandes têm risco de até 5% de desenvolver melanoma ao longo da vida; a remoção não é indicada em todos os casos.
- Além do câncer, há possibilidade de melanose neurocutânea em casos raros; o acompanhamento inclui dermatoscopia e biópsias se houver alterações.
Bebê de 10 meses recebe diagnóstico de Nevo Melanocítico Congênito Gigante, uma condição rara que provoca manchas escuras na pele e aumenta o risco de melanoma. A criança, chamada Macey-Mai, nasceu em Plymouth, na Inglaterra, e passa por acompanhamento médico desde o nascimento. O caso ganhou notoriedade após a confirmação do diagnóstico em março de 2026.
A mãe, Katelyn Clarke, de 23 anos, relata que a filha já apresentava uma mancha extensa na região do tronco e diversas outras marcas pelo corpo. O quadro foi descoberto após avaliações médicas iniciadas ainda quando a menina tinha poucos meses de idade. A família iniciou uma campanha de arrecadação para custear o tratamento.
O diagnóstico e os desdobramentos
Em agosto de 2025, Macey-Mai passou por uma cirurgia para remoção das lesões dolorosas, a fim de permitir biópsia. Em março de 2026, a confirmação de que uma das lesões era cancerígena trouxe impacto emocional à família. A campanha de financiamento busca cobrir custos médicos e de acompanhamento.
Sobre o Nevo Melanocítico Congênito Gigante
O nevo é uma anomalia rara cuja causa ainda não é totalmente conhecida. Mutação genética associada pode contribuir para o surgimento das manchas. A avaliação médica aponta que alterações de tamanho elevam o risco de melanoma, especialmente em nevos gigantes.
Especialistas destacam que a remoção cirúrgica nem sempre é indicada. O acompanhamento com dermatoscopia desempenha papel crucial na observação da evolução das lesões, com biópsias acionadas apenas quando houver alterações significativas. O manejo é individualizado conforme o risco avaliado pelo médico responsável.
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