- A Família Schurmann concluiu a quarta expedição e retorna ao Brasil após mais de quatro anos no mar, encerrando a segunda volta ao mundo a bordo do veleiro Kat.
- A chegada inicia uma nova fase do projeto Voz dos Oceanos, com foco em ações de conscientização e engajamento da sociedade no sul do Brasil, especialmente em Florianópolis (SC).
- Em Florianópolis, a Casa Vozes do Oceano será aberta em 13 de maio ao lado da Ponte Hercílio Luz, oferecendo experiência educativa que mistura arte, ciência e tecnologia.
- A exposição ficará na cidade por cerca de três semanas, antes de seguir para o sul do Brasil, com edições previstas em Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS) em 2026.
- A expedição percorreu 17 países e mais de 140 destinos, totalizando cerca de 136.795 quilômetros, com o objetivo de mapear resíduos plásticos nos oceanos e ampliar a conscientização sobre o tema.
Após mais de quatro anos no mar, a Família Schurmann concluiu a segunda volta ao mundo a bordo do veleiro Kat e retornou ao Brasil no fim de março. A chegada ocorreu na Marina Itajaí (SC), ponto de partida da expedição Voz dos Oceanos, criada para combater a poluição plástica nos oceanos.
O retorno marca a passagem para uma nova fase do projeto, com foco ampliado em ações de conscientização e engajamento da sociedade no Sul do Brasil. O veleiro segue para Florianópolis (SC), onde participa da Casa Vozes do Oceano, espaço educativo dedicado à educação ambiental.
Casa Vozes do Oceano em Florianópolis
A abertura está prevista para 13 de maio, ao lado da Ponte Hercílio Luz, como parte das comemorações dos 100 anos do cartão-postal catarinense. A exposição ficará cerca de três semanas, reunindo arte, ciência e tecnologia para debater a poluição oceânica.
Ainda em 2026, o projeto deve passar por Curitiba (PR) e Porto Alegre (RS), mantendo o ciclo de atividades no Sul. A iniciativa já mobilizou grande público em eventos internacionais, como a COP30, em Belém, com mais de 100 mil visitantes.
Alcance da expedição
Ao longo da jornada, o Kat percorreu mais de 136.795 km e visitou mais de 140 destinos em 17 países, nas Américas, Oceania, Ásia e África. O objetivo foi mapear a presença de resíduos plásticos nos oceanos e ampliar a visibilidade do problema global.
Segundo Vilfredo Schurmann, líder do projeto, a missão foi cumprida: ainda há desafios, mas também soluções viáveis para enfrentar a poluição marinha. A equipe destaca impactos sobre biodiversidade, cadeias produtivas e saúde humana.
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