- A prefeitura de Belo Horizonte recolheu cerca de 70 peixes mortos na Lagoa da Pampulha após a queda de temperatura na cidade.
- Especialistas dizem que a mortalidade de peixes é comum nesta época do ano, mas o calor e a baixa oxigenação ajudam a agravar o cenário.
- A limpeza e a retirada dos peixes foram realizadas para evitar mau cheiro e proliferação de doenças.
- A população foi orientada a não tocar nos peixes mortos e a não tentar removê-los por conta própria.
- A prefeitura segue monitorando as condições ambientais da lagoa e reforça o compromisso de mantê-la limpa e preservada.
A Prefeitura de Belo Horizonte recolheu cerca de 70 peixes mortos na Lagoa da Pampulha, após a queda de temperatura observada na cidade. O fenômeno é natural nesta época do ano, mas foi agravado pelo calor e pela baixa oxigenação da água, que afetam a sobrevivência dos peixes.
Especialistas explicam que a mortalidade é comum no início do resfriamento, quando o oxigênio dissolvido na água tende a diminuir. A combinação de calor, circulação reduzida e queda repentina de temperatura pode intensificar o efeito.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Esportes informou que as ações de limpeza e retirada visam evitar mau odor e proliferação de doenças. A população foi orientada a evitar contato com os peixes mortos e a não fazer remoções por conta própria.
Causas e ações da prefeitura
A prefeitura reforçou o compromisso de manter a Lagoa da Pampulha limpa e preservada, com monitoramento das condições ambientais do local. Ações de fiscalização, limpeza periódica e orientações à comunidade devem continuar enquanto persistir o risco de necropsias na água.
A Lagoa da Pampulha é um importante cartão-postal e área de lazer para moradores, devendo receber acompanhamento constante para evitar impactos na qualidade do ambiente. O monitoramento visa identificar alterações que possam provocar novos episódios similares.
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