- Uma pesquisa da Academia Americana de Pediatria associa o tempo gasto nos celulares a distúrbios de sono, obesidade e depressão em crianças e adolescentes.
- Especialistas alertam para os riscos do uso excessivo de celulares pelos jovens e dizem que quanto mais cedo o contato, maior o risco.
- A orientação é adiar ao máximo o contato com os celulares e, depois, restringir o tempo de uso.
- Os pais enfrentam o desafio de controlar o uso, que é considerado fundamental para reduzir os riscos.
Uma pesquisa da Academia Americana de Pediatria associa o tempo gasto em celulares a distúrbios de sono, obesidade e depressão entre crianças e adolescentes. O estudo reforça a relação entre uso prolongado de telas e alterações no bem-estar mental, físico e no sono.
Especialistas ressaltam que quanto mais cedo começa o uso intenso, maior o risco de impactos negativos. A recomendação é adiar o contato com celulares ao máximo e, posteriormente, impor restrições claras de tempo de tela.
O material científico aponta a necessidade de monitoramento parental e de estratégias para reduzir a exposição infantil a dispositivos. As orientações visam proteger o sono, prevenir ganho de peso excessivo e reduzir sinais de desânimo entre jovens.
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