- Café produzido a partir das fezes de jacu pode chegar a R$ 1.500 por quilo.
- A produção é, em grande parte, manual e envolve congelamento a −25°C.
- O método inclui coleta, limpeza, fermentação e torra das fezes do jacu para obter o café.
- O jacu se alimenta de grãos de café, que saem quase inteiros nas fezes, facilitando a coleta.
- O sabor tem notas de chocolate e frutas vermelhas; a iniciativa busca valorizar a biodiversidade e a preservação da espécie.
O café produzido a partir das fezes de jacu pode chegar a R$ 1.500 o quilo. O processo envolve trabalho manual significativo e utiliza congelamento a -25°C para preservar a qualidade. A ideia busca uma alternativa sustentável no cultivo de café.
A bebida resulta da coleta das fezes do jacu, que são limpas, fermentadas e torradas antes do preparo. O animal se alimenta de grãos de café, que aparecem quase íntegros nas fezes, facilitando a coleta.
O método é apresentado como inovação no mercado de cafés especiais, com foco na biodiversidade e na promoção da preservação da espécie de jacu. Especialistas destacam o potencial de diferenciação do produto.
Notas de sabor associadas ao café feito a partir dessas fezes incluem lembranças de chocolate e frutas vermelhas. A produção artesanal é citada como fator de exclusividade e qualidade.
Processo e impacto
O estágio de processamento é marcado pela aplicação de etapas manuais, limpeza rigorosa e uso de congelamento para garantir a conservação dos aromas. A combinação busca assegurar consistência do produto final.
Fonte: Instituto Rã-bugio. A iniciativa ressalta o papel da biodiversidade e busca ampliar o debate sobre alternativas de produção sustentável no setor de cafés especiais.
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