- O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, disse que o governo ampliou ações de preservação da Caatinga para evitar desertificação.
- Em entrevista no programa Bom Dia, Ministro, ele destacou que a Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro e atua como barreira contra desertificação.
- Capobianco afirmou que desmatamento excessivo da Caatinga contribui para a expansão da desertificação e que a conservação é prioridade ambiental.
- O Brasil finalizou o plano nacional de ações para cumprir a Convenção de Combate à Desertificação, que será apresentado na COP 17 em agosto, na Mongólia.
- Entre as medidas está o programa Recatingar para recuperação de áreas degradadas; estados do Nordeste participarão de reunião em Brasília na primeira semana de maio.
O ministro do Meio Ambiente, João Paulo Capobianco, afirma que o governo tem ampliado ações para preservar a Caatinga, a fim de evitar desertificação em áreas cada vez maiores do Brasil. A declaração ocorreu durante o programa Bom Dia, Ministro, da EBC, nesta terça-feira (14).
Capobianco destacou que a Caatinga é o único bioma exclusivamente brasileiro, vital para a biodiversidade e como barreira natural contra a desertificação. O ministro reforçou que o desmatamento excessivo na região acelera a degradação do solo.
Ele informou que o Brasil concluiu o plano nacional de ações para cumprir a Convenção de Combate à Desertificação, que será apresentado na COP 17, em agosto, na Mongólia. O documento prevê medidas para conter a degradação do solo, com foco nas áreas de Caatinga.
Programa Recatingar
Capobianco destacou o lançamento do programa Recatingar, voltado à recuperação de áreas degradadas e à substituição de atividades predatórias por práticas sustentáveis. O projeto visa reduzir impactos ambientais na região Nordeste.
Segundo o ministro, Estados nordestinos devem discutir ações conjuntas no encontro da primeira semana de maio, em Brasília. A ideia é alinhar estratégias regionais para conter a desertificação e promover uso sustentável da Caatinga.
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