- A Caiman, hotel ecoturístico no Pantanal sul-mato-grossense, foi premiada no Wandersleeps 2026 pela Wanderlust Magazine, revista britânica de viagem.
- O reconhecimento destaca experiências que unem turismo, conservação e impacto positivo nas comunidades locais; a escolha ocorreu entre mais de 100 concorrentes globais.
- O prêmio combinou avaliação editorial e voto do público, com mais de 28 mil leitores participando do processo.
- A instituição é elogiada por integrar turismo de natureza, projetos de preservação e engajamento da comunidade, incluindo iniciativas como o Onçafari.
- Fundada há mais de 30 anos, a Caiman fica em Miranda e sustenta a economia regional por meio de ecoturismo, geração de conhecimento e pecuária, com destaque para a preservação da fauna pantaneira.
O Refúgio Ecológico Caiman, no Pantanal sul-mato-grossense, foi indicado como vencedor no prêmio Wandersleeps 2026, da revista britânica Wanderlust. A selva de Miranda, promovendo turismo de natureza com foco em conservação e impacto comunitário, ficou entre as escolhas globais. A premiação levou em conta iniciativas que unem experiência turística, educação ambiental e responsabilidade social.
Entre mais de 100 concorrentes, a Caiman foi reconhecida por combinar hospedagem com ações de preservação ambiental e participação da comunidade local. O processo de seleção contou com a curadoria editorial da Wanderlust e votação de público, com participação de mais de 28 mil leitores neste ano.
A reportagem da Wanderlust enfatizou a chance de observar espécies do Pantanal com orientação de especialistas, destacando o aprendizado proporcionado pela estadia. O texto ressalta que a permanência ajuda a preservar a fauna e beneficia a comunidade local, promovendo turismo educativo.
Sobre a estrutura e atuação da Caiman
Fundada há mais de 30 anos, a Caiman fica na porta de entrada do Pantanal, em Miranda, e é pioneira no ecoturismo regional. O modelo da propriedade se sustenta em três pilares: ecoturismo, geração de conhecimento e pecuária. O equilíbrio entre esses elementos busca manter o bioma vivo.
O empreendedor Roberto Klabin, que também coordena iniciativas sociais, explica que a pecuária sustenta a atividade econômica da região e financia projetos de conservação. Hoje, a equipe direta envolve 112 pessoas entre pecuária, apoio e hotelaria, além de projetos científicos.
Entre as iniciativas desenvolvidas está o Onçafari, um safári fotográfico que busca conservar a onça-pintada sem alterar o comportamento dos animais. A experiência visa aproximar turistas da vida selvagem sem impactar negativamente o ecossistema.
Projetos e parceiros
A Caiman abriga o Instituto Arara-Azul, criado em 1990 e ligado ao trabalho da Dra. Neiva Guedes. A entidade monitora ninhos de arara-azul grande, contribuindo com dados para a proteção da espécie, que passou de ameaça para símbolo da resistência pantaneira.
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