- Todas as Alborn skinks conhecidas vivem em uma área alagada isolada de cinco hectares na Nova Zelândia, com apenas 30 indivíduos restantes no mundo.
- A ameaça principal é a subida de camundongos que atacam filhotes; após ação de armadilhas, foi erguida uma cerca predatória com mais de dois metros de altura e pelo menos um metro no subsolo.
- A cerca impede a entrada de predadores invasivos comuns na Nova Zelândia, como ratos, furões e gambás.
- Mesmo com a cerca, parte da população está em Auckland Zoo, em ambiente controlado; oito animais já estão lá, e dois filhotes nasceram em cativeiro.
- O projeto depende de financiamento contínuo, pelo menos por cinco anos, para manter o monitoramento, as armadilhas e a equipe no local.
A população mundial do alborn skink, uma das lagartixas mais raras do planeta, está restrita a um only cinco hectares de planície alagada na Nova Zelândia. Se nada mudar, apenas cerca de 30 indivíduos restam no mundo. A situação é descrita como crítica, com a conservação sendo a única alternativa viável.
Conservacionistas identificaram uma nova ameaça: um aumento de ataques de ratos ao longo dos últimos meses. Os roedores parecem visar especialmente filhotes, o que pode comprometer toda a espécie caso não haja intervenção rápida.
Mudas de estratégia de proteção
Após ações iniciais com armadilhas e iscas dentro da área alagada, próxima a Reefton, na Ilha Sul, foi erguida uma cerca de proteção predatória com mais de dois metros de altura e extensão de mais de um metro no subsolo. A barreira busca impedir a entrada de ratos, bem como de predadores invasivos como furões e gambás.
Dentro do recinto, a população de lagartixas tem apresentado melhoria. O monitoramento revela queda de roedores de números altos para zero nos últimos meses, aumentando as perspectivas de reprodução e sobrevivência a curto prazo. Ainda assim, parte dos anima is foi removida para cativeiro em Auckland.
Conservação em cativeiro e riscos
O zoológico de Auckland abriga oito alborn skinks em ambiente controlado, com aquecimento e umidade regulados para facilitar a regulação térmica dos animais. O objetivo é ter uma população de reserva caso o habitat selvagem falhe novamente. Dois filhotes já nasceram sob cuidado humano.
Financiamento e continuidade
O projeto exige financiamento estável para manter a cerca, monitorar armadilhas e sustentar a equipe. A meta é assegurar pelo menos cinco anos de manejo ativo, segundo a NZ Nature Fund. A instituição destaca a janela de oportunidade para salvar a espécie.
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