- EUA investigam desaparecimentos ou mortes de militares e cientistas envolvidos em pesquisas secretas sobre material nuclear, aeroespacial ou óvnis.
- A divulgação ocorre após a Newsweek apontar pelo menos oito casos desde 2024; o mais recente foi de um major-general aposentado da Força Aérea, William Neil McCasland, sumido em fevereiro.
- McCasland participava de pesquisas sobre óvnis e foi visto pela última vez em 27 de fevereiro, em Albuquerque, Novo México, deixando celular e óculos para trás.
- A NewsNation informou outros dois nomes na lista, que, segundo a imprensa, tinham acesso a informações sensíveis ou a locais de segurança máxima.
- O tema gerou teorias da conspiração; o deputado republicano Eric Burlison pediu ao Congresso que busque respostas, enquanto a Casa Branca disse que não tem informações adicionais sobre possível ligação entre os casos.
A Casa Branca confirmou nesta quarta-feira (15) que acompanha uma série de desaparecimentos e mortes de militares e cientistas ligados a pesquisas sensíveis nos EUA, incluindo áreas como material nuclear, aeroespacial e estudos sobre óvnis. Os casos ganharam repercussão após reportagens de veículos de imprensa norte-americanos.
Segundo a Newsweek, ao menos oito casos foram identificados desde 2024, com o mais recente envolvendo o major-general aposentado William Neil McCasland. McCasland era participante de pesquisas relacionadas a óvnis e sumiu em 27 de fevereiro, em Albuquerque, Novo México, deixando para trás o celular e os óculos.
A mesma publicação aponta que outros casos envolvem profissionais com acesso a informações sigilosas ou a locais de alta segurança do governo dos EUA. A NewsNation, por sua vez, acrescentou dois nomes à lista mencionada pela imprensa, ampliando o conjunto de casos sob escrutínio público.
Reações políticas e oficiais acompanharam o tema. Um deputado republicano pediu que o Congresso busque respostas e envolva o FBI nas investigações. O parlamentar ressaltou a gravidade de desaparecimentos de pessoas ligadas a pesquisas avançadas e à segurança nacional.
A Casa Branca informou que acompanha as reportagens, mas não apresentou detalhes sobre investigações em andamento. A porta-voz enfatizou que, se houver evidências de fato, o governo consideraria o assunto como prioridade de apuração pelas autoridades competentes.
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