- Sam Otto iniciou estágio de verão na FloQast e procurou o diretor de inteligência artificial da empresa.
- O diretor enviou dois vídeos no YouTube, cada um com oito horas, para explicar um fluxo de automação de tarefas.
- Mesmo sem formação técnica, Otto passou o fim de semana assistindo aos vídeos e fazendo experimentos.
- Com a autorização do chefe, ele ajudou a otimizar tarefas como analisar chamadas de resultados de concorrentes e trazer gráficos do sistema de dados para apresentações.
- Os gerentes ficaram surpresos com a quantidade de trabalho de desenvolvimento realizado pelo estagiário.
Sam Otto, estagiário de verão da FloQast, empresa de software contábil, recebeu um email corporativo e buscou ajuda junto ao diretor de inteligência artificial recém-contratado. Mesmo no primeiro mês, pediu orientação para contribuir.
O diretor de IA respondeu com dois vídeos longos no YouTube, cada um com oito horas de conteúdo sobre uma plataforma de automação de fluxos de trabalho. Otto dedicou o fim de semana inteiro a assistir e testar as ferramentas.
Com a aprovação do supervisor, Otto dedicou o restante do estágio a aperfeiçoar tarefas de IA, como analisar teleconferências de resultados de concorrentes e extrair gráficos do sistema de dados para apresentações. Os gerentes ficaram surpresos com o nível de desenvolvimento alcançado, dadas as limitações técnicas iniciais.
Desafios e habilidades emergentes
O caso ilustra como jovens com pouca formação técnica podem colaborar com IA corporativa desde o estágio inicial. Pesquisas apontam que geração “nativas de IA” busca aprender fazendo, muitas vezes com recursos próprios disponibilizados pela empresa.
Especialistas destacam a importância de combinar aprendizado autodidata com orientação estrutural. Empresas enfrentam a necessidade de oferecer trilhas de treinamento rápidas, para que recém-chegados contribuam com tarefas analíticas e de integração de dados desde cedo.
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