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Farol de 42 metros no Pernambuco, de 1941, referência da engenharia costeira

Farol de Olinda, com quarenta e dois metros, usa fundações profundas e concreto armado, mantendo sinalização estável e proteção à navegação na costa de Pernambuco

Farol com listras pretas e brancas de quarenta e dois metros de altura na costa de Olinda – Créditos: depositphotos.com / Cristian_Lourenco
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  • O farol de Olinda, inaugurado em 1941, tem quarenta e dois metros de altura e usa listras pretas e brancas para contraste diurno.
  • A torre é de concreto armado, substituindo o ferro fundido, o que confere maior resistência à maresia e estabilidade estrutural.
  • A manutenção da lanterna e da torre é realizada pela Marinha do Brasil, garantindo o sinal luminoso para a navegação na costa pernambucana.
  • A sinalização tem alcance de dezoito milhas náuticas, guiando navios em direção ao Porto do Recife, com óptica moderna mantida ao longo das décadas.
  • A colina do Alto da Sé recebe lembretes da pressão urbana e da erosão, com normas de preservação e repinturas periódicas pela Marinha; o local também é ponto turístico com vista de 360 graus para oceano e cidade.

O Farol de Olinda, erguido em 1941, tem 42 metros de altura e utiliza listras pretas e brancas para contraste diurno. Construído em concreto armado, substituiu antigos faróis de ferro, ganhando resistência à maresia e maior estabilidade na encosta costeira.

A manutenção da lanterna e da estrutura é responsabilidade da Marinha do Brasil. O sinal luminoso orienta a navegação na costa de recifes do Pernambuco, mantendo a operação ininterrupta.

A torre está localizada no Alto da Sé, Olinda, integrando o cenário urbano da cidade alta. A pintura listrada também facilita a identificação diurna por navios e curiosos.

Estrutura e função

O farol emite flashes visíveis a até 18 milhas náuticas, guiando embarcações ao Porto do Recife. A óptica moderna utiliza lentes potentes para assegurar aviso constante sobre águas rasas.

Comparações técnicas, entre o Farol de Olinda e faróis do século XIX, destacam: concreto armado substitui ferro fundido, manutenção oferece maior resistência à corrosão, e localização é urbana, diferindo de faróis isolados em praias ou ilhas.

Preservação e visitação

A colina do Alto da Sé enfrenta pressão do desenvolvimento urbano e erosão natural. A prefeitura, com suporte de dados oficiais, impõe normas para manter a visão do mar protegida.

A conservação da pintura enfrenta ventos salgados; a Marinha realiza repinturas periódicas com tintas de alta performance. O farol permanece como referência de segurança marítima e patrimônio cultural.

O Farol de Olinda representa a união entre proteção da navegação e identidade regional. Visitar o entorno ao fim da tarde oferece vista de 360° sobre o oceano, o sítio histórico de Olinda e a cidade do Recife.

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