- Astronautas da Artemis II utilizaram o actígrafo, acessório parecido com relógio digital criado na USP, para monitorar o sono durante a missão.
- A tecnologia foi desenvolvida na Escola de Artes, Ciências e Humanidades (EACH) da Universidade de São Paulo, sob coordenação do professor Mario Pedrazzoli.
- O actígrafo é uma ferramenta essencial para missões espaciais, centrada no acompanhamento dos ciclos de sono dos astronautas.
- O dispositivo cruzou a órbita terrestre e chegou ao espaço com a missão Artemis II da Nasa.
- Um vídeo explica o funcionamento do actígrafo e a ligação entre a NASA e a USP.
O que aconteceu: astronautas da missão Artemis II da Nasa utilizaram um dispositivo brasileiro chamado actígrafo, acoplado ao pulso, para monitorar o sono durante a missão. O equipamento é discreto, mas essencial para acompanhar padrões de repouso no espaço.
Quem está envolvido: a tecnologia foi criada na Escola de Artes, Ciências e Humanidades da USP, sob coordenação do professor Mario Pedrazzoli, especialista em cronobiologia e sono.
Quando e onde: a atuação ocorreu durante a missão Artemis II, que envolve operações da Nasa no espaço. O actígrafo circula entre os astronautas enquanto ficam em órbita.
Como funciona: o relógio digital funciona como um registrador de movimentos, captando sinais para inferir períodos de sono e vigília. O objetivo é mapear a qualidade do descanso dos astronautas.
Por que é relevante: medir o sono ajuda a manter o desempenho, a segurança e a saúde dos tripulantes em missões de longa duração, além de fornecer dados para pesquisas de cronobiologia.
Fontes: a informação reúne dados oficiais da Nasa sobre a Artemis II e a participação da USP, conforme conteúdo divulgado pela reportagem associada.
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