- Cientistas no Panamá realizam solturas experimentais para recuperar a população do sapo-dourado, símbolo nacional.
- Já foram soltas cem rãs de forma gradual em um recinto de monitoramento.
- Cerca de setenta por cento das rãs morreram devido a uma doença fúngica, cujos dados serão usados para estudar a enfermidade.
- O projeto investiga como a toxicidade da pele da espécie se recupera com alimentação na natureza.
- O objetivo é aplicar os aprendizados do experimento em solturas em massa para reduzir o risco de extinção do sapo-dourado.
Cientistas no Panamá iniciaram um experimento para recuperar a população do sapo-dourado, símbolo nacional, que está em situação crítica de extinção. O projeto envolve solturas controladas e monitoramento para avaliar a viabilidade de uma reintrodução em campo.
Até o momento, 100 rãs foram soltas gradualmente em um recinto de observação, e cerca de 70% não sobreviveu devido a uma doença fúngica. Os dados coletados com os animais mortos servirão para estudar a doença e suas características.
Além disso, a pesquisa busca entender como a toxicidade da pele do sapo pode se restabelecer por meio da dieta selvagem. A equipe planeja usar o conhecimento adquirido para orientar futuras solturas em massa e reduzir a ameaça à espécie.
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