- Goiás decretou situação de emergência por Síndrome Respiratória Aguda Grave e criou o Centro de Operações de Emergência em Saúde (Coe-Srag), sob coordenação da secretaria estadual.
- O decreto foi assinado pelo governador Daniel Vilela e publicado no Diário Oficial do Estado na quarta-feira, 15 de abril, autorizando compras públicas de insumos e contratação de serviços para a emergência.
- Licitações não podem ser dispensadas durante a emergência, salvo indisponibilidade de interesse público; a SES pode definir critérios diagnósticos para a SRAG.
- Em 2026, foram registrados 2.560 casos da SRAG no estado, against 2.909 no mesmo período de 2025, indicando queda no número de ocorrências.
- A medida também prevê contratação de servidores temporários, remanejamento de profissionais entre unidades de saúde e mantém a vacinação contra influenza para grupos prioritários, sem previsão de fim da emergência.
Goiás decretou situação de emergência por Síndrome Respiratória Aguda Grave (Srag), segundo a Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO). O decreto foi assinado pelo governador Daniel Vilela e publicado no Diário Oficial na quarta-feira, 15/4. A medida visa responder à evolução da doença no estado.
A SES estabelece o Centro de Operações de Emergência em Saúde por Srag (Coe-Srag) com foco exclusivo na doença, sob coordenação da própria secretaria. O objetivo é centralizar ações, monitorar dados e orientar resposta em todo o estado.
A secretaria também pode realizar compras públicas de insumos, contratar serviços específicos e remanejar recursos para a emergência. Licitações relacionadas à situação podem ser mantidas, desde que haja interesse público.
Aumento de casos e ações de vigilância
A SES aponta 2.560 casos de Srag em 2026. Em comparação com o mesmo período de 2025, o órgão registra 2.909 casos, indicando queda no número de ocorrências até o momento. A vigilância permanece ativa em todo o estado.
A cobertura vacinal contra influenza, que pode levar à Srag, está em 8,69%. Ao todo, foram aplicadas 115 mil doses, com vacinação ainda direcionada aos grupos prioritários na rede pública.
Medidas operacionais e RH
O decreto autoriza a contratação de servidores temporários para apoiar o combate à síndrome e permite o remanejamento de profissionais entre unidades de saúde. Não há previsão de término para a situação de emergência.
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