- A H1N1 é influenza A, transmitida principalmente por secreções respiratórias, mas também por superfícies contaminadas; ocorre mais em meses frios.
- Sintomas comuns: febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo e dor de cabeça; outros podem incluir calafrios, mal-estar, dor muscular e congestão.
- Tratamento recomendado pelo Ministério da Saúde inclui antiviral Oseltamivir em casos graves ou com risco de complicação, com início recomendado nas primeiras 48 horas; repouso e hidratação também ajudam na recuperação.
- A principal forma de prevenção é a vacinação anual contra a gripe; a campanha de 2026 no SUS usa vacina trivalente, contra H1N1, H3N2 e Influenza B, com início em 28 de março e término previsto para maio, priorizando idosos, crianças, gestantes e profissionais de saúde.
- Na rede privada, há a versão quadrivalente da vacina, que protege também contra influenza B; medidas adicionais de prevenção incluem higiene das mãos, uso de máscara e ambientes bem ventilados.
A H1N1, influenza A, é uma gripe que pode atingir humanos e animais. Ela circula em estações frias e teve grande surto em 2009, quando recebeu o rótulo de gripe suína. A transmissão ocorre principalmente por gotículas ao tossir, falar ou espirrar.
Os sintomas costumam lembrar a gripe comum: febre, dor de garganta, tosse, dor no corpo e cabeça. Calafrios, mal-estar, dor muscular e secreção nasal também aparecem; diarreia e vômito podem ocorrer, mas com menor frequência.
O tratamento recomendado pelo Ministério da Saúde envolve antiviral Oseltamivir em casos de SRAG ou síndrome gripal com risco de complicação, iniciado nas primeiras 48 horas. Repouso e hidratação também ajudam na recuperação.
Prevenção e vacinação
A principal defesa é a vacinação anual contra a gripe. A campanha de 2026 do SUS utiliza a vacina trivalente, que protege contra H1N1, H3N2 e Influenza B, com início em 28 de março e extensão até maio. Grupos prioritários são idosos, crianças, gestantes e profissionais de saúde.
Na rede privada, há opção quadrivalente, que amplia proteção incluindo uma cepa adicional de Influenza B. Além da vacina, medidas de higiene ajudam a reduzir a transmissão, como lavar as mãos, cobrir nariz e boca ao tossir, manter ventilação e evitar aglomerações.
Medidas complementares
Outras ações recomendadas incluem uso de álcool em gel, descarte adequado de lenços, evitar compartilhar utensílios, manter hábitos saudáveis de alimentação e atividades físicas. Comportamentos simples reduzem o risco de adoção do vírus no cotidiano.
Informações atualizadas foram apuradas por Gabriela Maraccini, da CNN Brasil.
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