- São Paulo confirmou três casos de febre amarela na região do Vale do Paraíba, incluindo a morte de um homem de 38 anos.
- A Secretaria de Saúde informou que nenhum dos infectados possuía histórico vacinal contra a doença.
- A infectologista Ho Yeh Li diz que o vírus está presente no país, mas circula principalmente na região amazônica e no oeste; a vacinação é essencial para prevenção.
- Quem tomou a dose na vida adulta já está protegido; crianças com menos de cinco anos precisam de reforço.
- Antes de exposição em áreas de mata, é recomendado vacinar-se com pelo menos duas semanas de antecedência para o corpo produzir anticorpos.
Três casos de febre amarela foram identificados em São Paulo, na região do Vale do Paraíba, e um homem de 38 anos morreu. A Secretaria de Saúde informou que nenhum dos infectados tinha histórico vacinal.
Entre os infectados, destaca-se a ausência de vacinação prévia, o que aumenta a vulnerabilidade diante da doença transmitida por mosquitos. A área é monitorada pelas autoridades de saúde, que acompanham o desenrolar dos casos.
A infectologista Ho Yeh Li orienta que a vacina é essencial para prevenção. Ela explica que, para quem vai a áreas de mata, é necessário tomar a dose com pelo menos 14 dias de antecedência para a produção de anticorpos.
Se a dose foi tomada na vida adulta, a proteção permanece. Crianças com dose na infância precisam de reforço conforme orientação médica, para reforçar a imunização.
A vacinação é a principal medida de proteção contra a febre amarela, segundo a especialista. O Brasil adota, desde 2020, a recomendação de vacinação para a população, buscando reduzir riscos de infecção e óbitos.
Vacinação e recomendações
- Em áreas de mata ou deslocamentos, verifique o calendário vacinal e planeje a imunização com antecedência.
- Pessoas que receberam apenas a dose infantil devem considerar reforço conforme orientação de profissional de saúde.
- Mantenha-se informado sobre a circulação de vírus e siga as determinações das autoridades de saúde locais.
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