- Alice Ribeiro, 35 anos, teve a morte encefálica confirmada pelo Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte.
- Ela estava internada desde a tarde de quarta-feira (15), após grave acidente na BR-381, na Grande Belo Horizonte, em que o carro bateu de frente com um caminhão.
- O cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o veículo, morreu no local.
- Lapa foi enterrado nesta quinta-feira, em Belo Horizonte.
- A morte encefálica é a lesão definitiva no encéfalo e no tronco cerebral, com órgãos ainda funcionando por um tempo sob suporte, e costuma ser a condição para doação de órgãos, após autorização familiar.
A repórter da TV Bandeirantes Alice Ribeiro, 35 anos, teve a morte encefálica confirmada pelo Hospital de Pronto-Socorro João XXIII, em Belo Horizonte. Ela estava internada desde a tarde da última quarta-feira, após sofrer um grave acidente na BR-381, na região metropolitana de Belo Horizonte.
O acidente envolveu o carro em que Alice estava e um caminhão. O cinegrafista Rodrigo Lapa, que dirigia o veículo, morreu no local. Lapa foi enterrado nesta quinta-feira em Belo Horizonte.
O que é morte encefálica
A morte encefálica ocorre quando há lesão definitiva e irreversível no encéfalo, tronco cerebral e no cérebro. O restante do organismo pode manter funções por alguns dias com suporte médico.
Segundo médicos, o funcionamento de órgãos pode depender de aparelhos, como ventilação mecânica e droga vasoativa, até que não haja mais chance de recuperação. A doação de órgãos, no Brasil, ocorre após autorização familiar e confirmação da morte encefálica.
Especialistas destacam que a morte encefálica é irreversível e não há reversão do quadro. A declaração de morte encefálica, segundo profissionais, não deve ser interpretada como possibilidade de recuperação.
*Com informações de Flávio Ismerim e Gabriela Piva, CNN Brasil*
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