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Novos recursos da medicina estética atuam na flacidez da pele

Tratamentos modernos estimulam o colágeno e a regeneração natural da pele, com abordagem integrada e personalizada, visando firmeza e rejuvenescimento

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  • Tecnologias atuais estimulam o colágeno e a elastina para melhorar a firmeza da pele, com tratamento integrado e personalizado indicado pela médica Dra. Andrea Lucas.
  • A flacidez ocorre pela desorganização do colágeno e queda da elastina, além de dermo mais fina, comprometendo a sustentação da pele.
  • Fatores emocionais e estresse elevam cortisol, o que pode influenciar o envelhecimento cutâneo e o tempo de vida das células.
  • Emagrecimento pode causar flacidez, já que a pele nem sempre retorna ao estado original após estiramento intenso.
  • Entre os recursos citados estão radiofrequência monopolar e técnicas de regeneração, com uso periódico recomendado e foco na regeneração celular.

Novos recursos da medicina estética aparecem com foco na flacidez da pele, promovendo estímulo de colágeno, firmeza e regeneração cutânea. A médica Dra. Andrea Lucas ressalta a adoção de um tratamento integrado, com estímulo natural e abordagem personalizada, em sua clínica em São Paulo.

A pele envelhece por fatores internos, como genética e metabolismo, e externos, como sol e poluição. Estudos apontam que a desorganização e a queda de colágeno causam perda de sustentação, levando à flacidez e à diminuição da elasticidade.

A Dra. Andrea Lucas explica que a produção reduzida de colágeno está ligada à pele mais fina na derme, efeito que agrava o aspecto envelhecido. Ela enfatiza ainda a queda na produção de elastina, que reduz a elasticidade da pele.

Segundo a médica, a flacidez pode surgir também após processos de emagrecimento, quando a pele não retorna ao estado inicial. Ela compara a pele à elastada lycra e ressalta a importância da regeneração para mantermo-la mais jovem.

Fatores emocionais também influenciam o fenômeno. Estresse diário e privação de sono elevam o cortisol, o que pode acelerar o envelhecimento celular e impactar a pele ao longo da vida.

Em termos clínicos, a flacidez é tratada como uma mudança estrutural, não apenas estética. A pele está conectada a tecidos que sustentam o corpo e os órgãos, e seu estado reflete a saúde do organismo.

Dra. Lucas aponta que a flacidez é uma demanda comum após os 40 anos, com maior incidência entre quem fez emagrecimento. Ela afirma que há aparelhos e substâncias voltados à regeneração natural da pele.

Ela ressalta que a medicina estética vive uma fase de maior foco na regeneração celular, com abordagens que vão além da simples melhoria estética. O objetivo é manter a função e a fisiologia do maior órgão do corpo.

A pesquisa sobre envelhecimento indica maior uso de nanotecnologia em cosméticos, para entrega precisa de ativos e efeito prolongado. A radiofrequência monopolar é citada como técnica que estimula o colágeno e a firmeza.

Outro estudo científico afirma que tratamentos de firmeza podem ser periódicos, a cada um ou dois anos, tanto para prevenção quanto para tratamento. Uma técnica destacada é a MRf, com baixo desconforto, resultados consistentes e alta satisfação de pacientes.

A Dra. Andrea Lucas reforça a transição da estética para uma abordagem biológica, de regeneração e estímulo natural. Em seu consultório, a ideia é aplicar um tratamento integrado, com foco sistêmico e personalizado.

(As informações podem ter origem de estudos científicos citados por instituições renomadas, bem como da experiência clínica da Dra. Andrea Lucas, sem referências externas diretas na matéria.)

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