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Oscar Schmidt enfrenta câncer cerebral, cirurgias e 11 anos de tratamento

Oscar Schmidt morre aos 68 anos, 15 anos após diagnóstico de glioma no cérebro, com histórico de cirurgias e quimioterapia; considerado curado em 2022

Oscar Schmidt — Foto: Reprodução/Instagram
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  • Oscar Schmidt morreu aos 68 anos nesta sexta-feira, 17 de abril, após mal-estar e foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba.
  • O atleta foi diagnosticado com glioma no cérebro em 2011 e passou por cirurgia para retirada do tumor de grau 2.
  • Em 2013 houve progressão para grau 3, com nova cirurgia, radioterapia e início de quimioterapia para controle da doença.
  • Em 2022, ele afirmou estar curado e informou que interrompeu a quimioterapia por decisão própria, sob acompanhamento de uma equipe médica desde 2013.
  • Depois da interrupção do tratamento, Oscar Schmidt seguiu com acompanhamento de rotina para monitorar a saúde.

Oscar Schmidt, ídolo do basquete brasileiro, morreu nesta sexta-feira (17), aos 68 anos. O ex-jogador foi levado ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba, após apresentar mal-estar.

Do diagnóstico ao tratamento, Schmidt enfrentou uma trajetória marcada por várias cirurgias e terapias. Em 2011, recebeu o diagnóstico de glioma grau 2 e passou por cirurgia para retirada do tumor.

Em 2013, houve avanço da doença para grau 3, com nova intervenção cirúrgica, radioterapia e, posteriormente, quimioterapia para controle da doença. O acompanhamento médico seguiu ao longo dos anos.

Em 2022, o atleta afirmou estar curado e informou ter interrompido a quimioterapia. A assessoria destacava que ele era acompanhado por uma equipe médica desde 2013 e, na época, estava bem de saúde.

Contexto sobre câncer no cérebro

Os tumores cerebrais ocorrem por crescimento desordenado de células no sistema nervoso central. O INCA aponta que esse tipo de câncer representa cerca de 1,4% a 1,8% de todos os tumores malignos no mundo, com 88% dos casos no cérebro.

A instituição estima que o Brasil deve registrar cerca de 12 mil novos casos até 2028. A detecção precoce aumenta as chances de tratamento eficaz, por meio de exames clínicos, laboratoriais ou de imagem.

Sintomas comuns incluem dores de cabeça, convulsões, alterações de memória, náuseas e alterações de visão. Médicos ressaltam a importância de investigar sinais persistentes, mesmo que não sejam causados por câncer.

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