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Pinguins retornam ao mar na Argentina após meses de reabilitação

Quinze pinguins de magalhães e penacho-amarelo retornam ao mar na Argentina após meses de reabilitação, com desidratação, desnutrição e hipotermia

Quinze pinguins reabilitados retornam ao mar na costa da Argentina
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  • Quinze pinguins foram devolvidos ao mar na cidade de San Clemente del Tuyú, Argentina, nesta sexta-feira, 17.
  • O grupo incluía treze pinguins-de-magalhães e dois pinguins-de-penacho-amarelo-do-sul, resgatados em diferentes pontos ao longo da costa da província de Buenos Aires entre junho de 2025 e março de 2026.
  • A maioria chegou com desidratação, desnutrição, hipotermia e alta carga parasitária, condição conhecida como síndrome do pinguim encalhado.
  • Alguns chegaram com ferimentos de redes de pesca, um ataque de cachorro e um pinguim-de-penacho-amarelo-do-sul adulto resgatado em Pinamar estava coberto de óleo.
  • Os pinguins foram soltos juntos porque são animais sociais que migram em grupos, iniciando a jornada rumo ao norte após a temporada de reprodução na Patagônia.

Dois a três parágrafos iniciais de texto antes do primeiro subtítulo.

Quinze pinguins retornaram ao mar na cidade de San Clemente del Tuyú, Argentina, nesta sexta-feira (17). Eles passaram meses em reabilitação na Fundación Mundo Marino, sob cuidados de equipes de conservação. O conjunto inclui 13 pinguins-de-magalhães e 2 pinguins-de-penacho-amarelo-do-sul, resgatados entre junho de 2025 e março de 2026.

Os animais chegaram debilitados à instituição, apresentando desidratação, desnutrição, hipotermia e alta carga parasitária, condição conhecida como síndrome do pinguim encalhado. Algumas aves tiveram ferimentos de redes de pesca; uma teve ferimentos atribuídos a ataque de cachorro, e outro foi encontrado coberto de óleo em Pinamar.

Os pinguins foram soltos juntos porque são animais sociais que migram em grupos. A soltura aconteceu no início de abril, coincidindo com o começo de sua jornada rumo ao norte, após a temporada de reprodução na Patagônia.

Detalhes da operação de reabilitação

A Fundação Mundo Marino informou que os animais receberam tratamento veterinário, manejo nutricional e avaliação de ferimentos antes da liberação. O biólogo responsável, Sergio Rodriguez Heredia, destacou a importância de manter o grupo unido durante a transição para o ambiente marinho.

A entidade também mencionou que a reabilitação envolveu monitoramento pós-liberação para acompanhar a adaptação ao habitat costeiro. A ação faz parte de um conjunto de esforços regionais de conservação de espécies marinhas e de fauna austral prevista para a temporada de migração.

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