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Voos da NASA com a X-59 vão mais alto e mais rápido

X-59 da Agência Espacial dos Estados Unidos atinge 43 mil pés e Mach 0,95, expandindo alcance e avançando rumo ao supersônico; testes futuros avaliam controles e estruturas

NASA’s X-59 flies above the Mojave Desert on a clear day. The white aircraft has light gray, red, and blue accents, with a NASA logo and the number 859 on its tail. It appears flying level over the desert landscape, with a mountain range visible on the horizon and a trail of clouds above.
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  • Nos dias 10 e 14 de abril, o X-59 realizou voos de teste chegando a 43.000 pés de altitude e velocidades entre 528 e 627 mph.
  • Foi o oitavo e o nono voos da aeronave, que subiu de 32.000 pés alcançados em 7 de abril.
  • A fase de testes, chamada expansão de envelope, avalia também controles, cargas, dinâmica estrutural e subsistemas como hidráulico, combustível, aviônicos e trem de pouso.
  • Também é monitorado o desempenho do sistema de visão externa, composto por câmeras ligadas a uma tela no cockpit, que substitui o para-brisa tradicional.
  • O objetivo é avançar em direção ao voo supersônico dentro do programa.

O avião experimental X-59 da NASA realizou seus voos mais altos e rápidos até o momento, como parte de um programa de expansão do envelope de voo. Os voos ocorreram em 10 e 14 de abril de 2026, sobre o Deserto de Mojave, na Califórnia, com registro de operações de ensaio.

Durante as duas novas trajetórias, o X-59 atingiu altitudes de até 43 mil pés e velocidades entre 528 e 627 mph, equivalentes a aproximadamente Mach 0,8 a 0,95. Foram o oitavo e o nono voos da aeronave, puxando o desempenho além do recorde anterior de 32 mil pés alcançado em 7 de abril.

Desde o primeiro voo, a 230 mph em 12 mil pés, o X-59 avança na fase de testes conhecida como expansão do envelope, que busca ampliar não apenas velocidade e altitude, mas entender diversas variáveis operacionais e de desempenho da aeronave.

Próximos passos

A equipe planeja avaliar o comportamento de controles, cargas e dinâmicas estruturais em voos futuros, além de checar subsistemas como hidráulico, combustível, aviônicos e trem de pouso. Também será monitorado o desempenho do sistema de visão externa, composto por câmeras conectadas a uma tela no cockpit.

O programa visa consolidar dados para a eventual aviação supersônica comercial, mantendo o foco técnico em medições e confiabilidade durante a expansão do envelope de voo.

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